Encontrar fbi

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A gatuna com falsa depressão.

2020.09.15 19:04 babyXZ A gatuna com falsa depressão.

Oie lubixsco, editores, pessoas de papelão, gatinhas, possível convidado e turma que está a ver. A história é um pouco grande, mas vale muitooo apena lerrr.... MUITOOOO Vamos chamar a minha amiga (q eu não considero mais amiga) de Charlotte. Vamuxx lá pra historinha tropinhaa. Setembro de 2019 Minha amiga de infância está com depressão. Nossa turminha de amigos foi pra casa dela, passamos noites dormindo lá e ficando ao lado dela. Em umas das noites eu não dormir, pq a mãe e o pai dela estavam muito cansados, dei uma.folga a eles e falei que eu ficaria olhando ela. Eu fiquei a noite em claro vendo se a Charlotte não tentava prender a respiração até desmaiar (pq ela tava fazendo isso, quase todos os dias). Falei que tudo bem perder sono, eu virava a noite no cll, então eu perderia sono por ela. O tempo foi passando e ela foi melhorando com a nossa ajuda. Um dia minha mãe me chamou falando que a Charlotte havia tentado se matar, que eu deveria ir pra casa dela, pois ela precisava de minha ajuda. Nesse dia eu fui e fiquei lá com ela, deu total apoio. Mas então as coisas começaram a ficar meio que "estranhas". Nessa noite dormia eu, a Charlotte e minha outra amiga (vamos chamar ela de Katherine. Nos passamos a noite quase toda em claro vendo série e a Charlotte passou a noite inteira dormindo. No dia seguinte, ela falou q pegou uma faca e que pensou em se matar, mas que tinha pensado melhor. Ela falou q isso foi por volta das 2horas. Depois q ela foi falar com a mãe delab eu e a Katherine falamos que isso era estranho, pq a Katherine estava acorda as 2h e nada tinha acontecido. Ela falou a foi dormir de 3horas e eu acordei as 2 e pouco (olhei a hora no meu cll, oq eu tenho frescura de sempre saber a hora)e ela estava acordada, a Katherine estava falando a vdd e a Charlotte estava mentindo. E foi ai que começamos a perceber q havia algo errado. Os meses foram passando e nós (Katherine e eu) bancamos o FBI e percebermos que tudo começou quando supostamente a casa dela foi assaltada. uns 6 meses antes da depressão dela começar, o estranho foi que não levaram nada, elas estava sozinha em casa e boatos começaram a aparecer depois disso. Falaram q a Charlotte estava tendo um caso com um homem casado e que eles marcaram de se encontrar, porém na hora do rola rola ela desistiu, daí ele surtou e bateu nela e bagunçou a casa. Essa foi a história mais provável (segundos as nossas informações como amigas). Em 2020 ela chamava a gente pra ir ajudar ela, que precisava de companhia, eu e minha amigas sempre iamos, msm sabendo que talvez aquilo fosse atuação. Um dia ela roubou 50 reais da bolsa da mãe dela, a família dela caiu em cima e ela piorou a depressão. Eu e minha amiga fomos ajudar ela msm assim (trouxas). Passou um tempinho Ela ficou na casa de outra amiga nossa (vamos chamar de Daphne) Ela saia com Daphne pros cantos e sumia. Um dia Daphne teve q esperar ela sair da casa de um menino. Isso se reoetiu vários dias. (Segundo oq Daphne contou) Daphne falou que uma vez ela saiu da casa do menino pra ir embora, depois voltou falando q havia esquecido o cll Daphne esperou por uns 15 minutos no lado de fora (SEM INTERNET, Ela deixou isso bem claro.) 15 minutos fazendo nada Quando Charlotte voltou ela disse a seguinte frase: -Aí minhas oernas estão bambas... Daphne nos contou isso, falando que não aguentava mais isso, que ela estava sendo usada de muleta pra transa. Eu e a Katherine ajudamos ela a contar para os pais da Charlotte (eles ja tinham proibido a Charlotte de andar com esse menino (carls) Eles foram corrompidos, pois a Charlotte conseguiu que uma amiga dela falasse q ela estava com ela, que sempre q eka sumia ia pra lá. Como a Daphne falou apenas q ela sempre sumia e deixou o Carls de fora, eles acreditaram. E advinha oq aconteceu. A Charlotte ficou depressiva de novo. Mas dessa vez eu e a Katherine não fomos, inventamos desculpas. Não é que a gente não se importasse com ela, só estamos cansadas de ser usadas. Tempo passou, a cidade inteira (sou do interior é pequena) não acreditava mais em nada da Charlotte. Ela ficava pegando foto do pictres e botando no insta, falava q era ela. Fazia montagem, ficando mexendo no corpo. E outras coisas pra ela aparecer mais bonita. Uns meses atrás a Katherine me manda essa mensagem: (Ta no print)
Não sei botar print aqui kkkkk. Blz Mas era a mensagem da Katherine Falando que a Charlotte tinha roubado um colar de ouro e 500 contos da vó dela. E que já tinha tentado se matar de novo (Se é q ela tentou msm)
estou esperando ela inventar a próxima poha de depressão pra escapar disso, o pior é q a gente sempre ajudava, pq as vezes as pessoas não dão a importância pra isso e acabam vendo tarde d+. Eu realmente acho q ela é doente, mas não seria depressão, acho q seria psicopata msm.
Bjs serezinhos q leram até agora, foi bastante grande, mas num foi nem a metade de coisas escrotas q ela fez. Mas isso é pra próxima história. Talvez eu escreva um livro contando isso e fique rica, mas bem.... É o minino por ser feita de trouxa tantas vezes, neh? Kkk Tchau
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2020.07.25 03:54 piglinbrute mds galera se vc encontrar esse pokemon chame o fbi a swat a cia e a policia pelo mesmo telefone (MiNhA pRiM&IrA NINGUEM LIGA aQuI)

mds galera se vc encontrar esse pokemon chame o fbi a swat a cia e a policia pelo mesmo telefone (MiNhA pRiM&IrA NINGUEM LIGA aQuI) submitted by piglinbrute to nhaa [link] [comments]


2020.06.22 23:36 qohelet1212 O Jogo do Leopardo, de Nelson Demille


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SINOPSE
O agente da Brigada Antiterrorista John Corey e a sua mulher, a agente do FBI Kate Mayfield, acabaram de ser colocados em Sanaa, no Iémen - um dos lugares mais perigosos do Médio Oriente. Não lhes deram muita informação a respeito da sua missão, a não ser que iriam trabalhar com uma pequena equipa para encontrar um dos cérebros por trás do bombardeamento do USS Cole: um operacional de alta patente da Al Qaeda conhecido como o Leopardo. Implacável e esquivo, é procurado por múltiplas ações terroristas e assassinatos, e o governo dos Estados Unidos está decidido a capturá-lo a todo o custo. Ao princípio, John e Kate não sabem porque é que foram escolhidos para esta missão em particular, mas rapidamente se apercebem de que estão a ser usados como isco: o Leopardo está à procura de vingança pela morte de Asad Khalil, um terrorista líbio que John abateu recentemente em Nova Iorque.
epub Novos Maio 2020 (122) Novos Junho 2020 (52) Biblioteca Completa (2093): Mega Dropbox
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2020.06.20 07:18 sarahbla INÍCIO DE UM SONHO

Olá Luba, gatas, Matheus e enfim... Hoje eu vim contar pra vocês como me iludi com meu crush antigo. Então tá, lá em 2016 eu tinha um crush (vamos chamá-lo de Carls), mas daí esse crush nunca me notou. Esse ano ele finalmente me notou no instagram, porém ele estava morando em outra cidade por conta dos estudos, mas daí começamos a conversar todos os dias, sem falta. Eu ficava conversando com ele até às 4:00/5:00 hrs da manhã e depois levantava às 6 hrs para ir para a aula. Então ele me disse que viria passar as férias aqui na minha cidade e iríamos nos encontrar, até aí ok. Alimentei a paixão por ele até ele ir para a cidade do pai e começar ficar meio estranho comigo, respondia de qualquer jeito e me dava vácuos, então eu desisti, ok. Eis que chega o dia em que ele veio para a minha cidade e n me avisou. daí pra frente foi só ladeira abaixo. Descobri que na cidade do pai dele ele conheceu uma menina (pq sou mt fbi), depois de um mês fingindo que eu não existia, ele postou foto com a namorada dele. E foi aí que meu sonho deu todo errado. É isso, lubixco, já fazem 6 meses e ainda não o superei. Beijão p todos...
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2020.05.26 16:54 Koelnerin El monitor de la cámara de mi hijo se activó en el medio de la noche. Lo comprobé y vi a mi mujer y a mi hijo sentados en la cama. No eran mi esposa e hijo. - Parte 2

Parte 2
Lamento que haya tardado tanto, ha sido un mes muy emotivo. Me he sentido como si estuviera perdiendo la cabeza, o ya la he perdido. He estado en el hospital durante tres semanas.
Recordarán que me fui a casa de mis suegros sin saber qué diablos hacer. Mi esposa y yo discutimos sobre ello, mis suegros dijeron que llamara a un sacerdote. Le dije a mi esposa que llamaríamos a la policía y eso es todo.
El día que finalmente llamamos a la policía sería el sexto día. Mi-No-Familia estaba todavía sentada en la cama, mirando a la cámara. Le dije al despachador que había intrusos en mi casa, dejando fuera la parte donde se veían exactamente como mi familia. Le dije que estábamos fuera de la casa pero que me reuniría con la policía allí. Ellos enviaron dos unidades.
Mi esposa me rogó que no fuera. Le dije que tenía que estar allí, que tenía un plan a prueba de tontos. Tomaría el iphone de su madre y haría un facetime con mi esposa mientras le mostraba a la policía la cámara desde mi teléfono. Ellos verían que esta es una situación imposible y con suerte procederían con cautela. Mi amigo compañero de trabajo dijo que también vendría conmigo.
Mi amigo y yo llegamos a mi casa antes que la policía. Tengo una carga oculta de mi 1911 .45 encima y no me preocupaba que esto alarmara a los policías, ya que iba a informarles sobre el permiso que llevaba conmigo. Lo que no iba a decirles era que tenía el AR-15 de mi suegro en mi maletero. No planeaba decírselo a la policía, porque no pensaba necesitarlo. Vendrían armados y preparados.
Aparecieron y les hice saber que estaba armado y luego promulgué mi plan. Inicialmente les conté la historia. Se miraron como si yo estuviera loco y no me creyeron. Yo llamé por facetime a mi esposa para que vieran que no estaba en la casa a pesar de lo que nuestra cámara mostraba. Aún así no parecían creerme, pero esto despertó su interés. Colgué con mi esposa y le dije que la llamaría tan pronto como supiéramos algo.
"Así que ahora estamos seguros de que esto no es una grabación", dijo un oficial repitiendo lo que dije.
"No lo es. El ciclo día/noche ha cambiado cada día. Su parpadeo es errático y no cíclico como si fuera una repetición", dije.
"Sé que es una pregunta estúpida, pero su esposa no es gemela, verdad?", preguntó el otro oficial. Le dije que no.
Mi amigo habló. "Tengo una idea. Sube el volumen, iré a tirar una piedra a la ventana". Se fue por detrás mientras yo subía el volumen al máximo. "Vale, voy a tirar".
Escuchamos el ligero sonido de "tic-tac" desde fuera, pero el retraso de un segundo de la cámara llegó alto y claro a través de mi teléfono. Mi-No-esposa se movió con el sonido de la piedrita golpeando la ventana, la primera vez que la vi apartarse desde el momento en que no estaba en pantalla cuando entré en nuestra casa el primer día. Giró la cabeza hacia la ventana sólo un poco, antes de volver a la cámara.
"Bien, esto es en vivo", dijo un oficial. "Bien, señor, necesito que usted y su amigo se queden aquí afuera. Vamos a entrar y averiguar qué está pasando aquí."
"¿Debería pedir más unidades?" Pregunté con esperanza.
"No en este momento. Vamos a evaluar la situación primero, no parecen estar armados pero vamos a ser cautelosos."
Les abrí el garaje y se dirigieron hacia la puerta de mi cocina. Llamaron por radio para avisar que se dirigían a la casa y que estuvieran preparados. Desaparecieron en mi casa.
Unos segundos después de que entraron, la cámara se apagó. Quería vomitar y sentí que si ponía mis dedos en mi boca podría haber tocado mi corazón que había saltado a mi garganta.
"¡MIERDA!" Le grité a mi amigo. Inmediatamente abrí el maletero, saqué mi rifle y corrí al garaje, mi amigo me seguía por detrás. Entramos justo a tiempo para escuchar un aullido bajo y gutural desde arriba, casi un sonido demoníaco, junto con gritos de la policía. Hubo varios disparos.
"NECESITO RESPALDO, CAYERON DISP..." se cortó.
"Dios mío!" gritó mi amigo. Estaba cagado de miedo...y yo también. "¡Maldita sea, lo sabía!" Dije que corriendo por las escaleras.
La habitación de mi hijo es la primera a la que llegas después de subir las escaleras, así que su pared es también lo que ves cuando subes las escaleras. Cuando llegué arriba, me apoyé sobre la pared con mi rifle. Tiene un cargador de 30 balas pero sentí que disparé 100 tiros. Disparé por todas partes sabiendo que la munición atravesaría la pared como si fuera papel, concentrándome en dónde estaría la cama de mi hijo, pero también cerca de la puerta y hacia el suelo, en caso de que esas cosas se agacharan. Escuchamos gritos de dolor que venían de la habitación, y luego nada.
Mi amigo y yo hicimos una pausa de un minuto antes de decidirnos a entrar porque la cámara aún estaba apagada. Escuchamos un gemido que venía de la habitación. Había un policía muerto en el pasillo que tuvimos que pasar. Fue horrible y nunca podré dejar de verlo. Su cabeza estaba a varios metros de su cuerpo en el umbral de nuestra habitación de huéspedes. Encontramos al otro policía en la habitación de mi hijo justo en la puerta. Tenía varios agujeros grandes en su torso, como si hubiera sido empalado.
Exactamente lo que temía, había sucedido: llamé a la policía y lo que sea que hayan sido estas cosas, los mató.
Cuando entramos en la habitación encontramos que la fuente de los gemidos era Mi-No-Esposa. Estaba tendida de espaldas en el suelo, sosteniendo su torso que estaba lleno de balas y respirando con dificultad. La escena era horrible. No puedo expresar con palabras lo horrible que fue. Ahora sé, al igual que entonces, que ellos no eran mi familia. No debería haber sido difícil, debería haber sido capaz de entrar y terminarlo, pero en vez de eso, caí de rodillas. No... mi esposa rogó por su vida.
"No quiero morir, cariño", balbuceó. "Quisiera tener más hijos, no puedo morir ahora."
Miré a Mi-No-Hijo, que tendría que estar muerto. Había recibido dos disparos al menos en la cabeza, o lo que quedaba de ella. Tenía varios más en el torso y uno o dos en las piernas y los brazos. Si tienes hijos, ver su cuerpo sin vida y lleno de balas es un verdadero infierno personal. De nuevo, sabía que no era mi hijo, pero al mismo tiempo, lo era.
Me iba a descomponer. Había matado a mi familia. Me volví a Mi-No-Esposa, ella estaba actuando como mi mujer. Incluso imitaba su ansiedad por la muerte que había tenido en el último año o así.
"No es ella, hombre". Había olvidado que mi amigo estaba allí. "No es ella, dispara."
Sé lo que están pensando. ¿Cuántas veces ha sucedido esto en las películas y le gritas al televisor para que el protagonista dispare al impostor porque no es su amado? Supongo que las películas lo hacen bien de alguna manera. Nunca volveré a poner los ojos en blanco al personaje que no puede matar a un impostor.
"Por favor, no me dispares", suplicaba.
Mis manos temblaban cuando le apunté. ¿Pero por qué no podía hacerlo?
"Escucha hombre", mi amigo comenzó con calma. "Mírala. Su sangre es amarilla. No es tu familia".
¿Era amarilla? Sí, lo era. Ver a mi familia asesinada fue tan traumático que ni siquiera noté que su sangre no era roja.
Yo mantuve mi puntería y Mi-No-Esposa de repente dejó de rogar. Empezó ese chillido gutural y aterrador y algo negro o gris empezó a salir de su boca, como un tentáculo o algo así, y disparé. En ese rango su cabeza más o menos explotó. Cualquiera que fueran estas cosas, parecían ser mortales.
Todavía estaba de rodillas y mi amigo estaba en el pasillo justo fuera de la puerta. Escuchamos el sonido de las sirenas de la policía que se acercaban. Había olvidado que uno de los policías había recibido una llamada por radio antes de ser asesinado. Parecía que habían transcurrido horas, pero sólo habían pasado unos cinco minutos desde que la policía había entrado.
Mi amigo bajó las escaleras para que la policía supiera qué esperar. Me levanté y lentamente me dirigí al pasillo. Estaba mareado y sentí que me iba a descomponer. Mi habitación es adyacente a la de mi hijo, así que la entrada está a un pie a la derecha de la puerta de mi hijo. Mi puerta estaba cerrada, pero al salir del cuarto de mi hijo, mi puerta se abrió. Mi No-Yo salió al pasillo, vistiendo exactamente lo mismo que tenía yo en ese momento.
Me quedé en el sitio. No podía moverme, pero él sí lo hizo. Caminó hacia mí y su brazo derecho se volvió negro y se transformó en lo que parecía ser un tentáculo. Se movía como un calamar o un apéndice de pulpo. Cuando me empujó, su brazo se solidificó y me empaló a través de mi abdomen. Luego me apuñaló en la pierna izquierda, justo por encima de la rótula.
Caí al suelo de dolor. Su brazo con tentáculos se movía de nuevo.
"¿Por qué mataste a mi familia?" preguntó. Cuando habló, su voz cambió de tono varias veces. Era mi voz, luego mucho más grave, y luego normal otra vez. Alternó varias veces diciendo esa frase. Se acercó más. El rifle ya no estaba, pero yo todavía tenía mi .45. La saqué y le disparé en la rodilla derecha. Gritó. Cuando mi No-Yo cayó sobre su rodilla, disparé un par de veces más, recibiendo dos disparos en su abdomen y en el lado izquierdo de sus costillas. Respiró hondo durante unos segundos antes de que usara mis últimas fuerzas para apuntar bien y dispararle en la cara. Su sangre también era amarilla.
Me quedé allí desangrándome pensando que ya todo había terminado. Todavía tenía algo de fuerza por la adrenalina, así que me quité el cinturón y traté de hacer un torniquete para mi pierna. Con mi herida en el estómago, fue difícil darle un buen tirón para apretarlo. Entonces me quité la camisa y la hice una bola, y me llené la herida del estómago y apliqué toda la presión que pude. Ser enfermero probablemente me salvó la vida. Me desmayé, pero las medidas que tomé me mantuvieron con vida lo suficiente hasta la llegada del servicio de emergencias.
Escuché voces elevadas y el sonido de los golpes subiendo las escaleras antes de salir. Probablemente era un policía, pero sentí la presión de alguien tratando de mantener mi herida cerrada antes de salir.
Entraba y salía de la conciencia cuando llegó el servicio de emergencias junto con probablemente todos los policías de la ciudad. Me bajaron y me pusieron en una ambulancia, pero mientras me cargaban en la camilla, oí a los policías enloquecer, y con razón. Habían perdido a dos hermanos y había otros tres cuerpos.
"¿Mató a su hermano? ¿Son gemelos?" Probablemente se refiere al cadáver de No-Yo.
"¿O a toda su familia?"
"Pónganlo en guardia armado mientras está en el hospital. Probablemente lo acusarán".
Mientras me metían en la ambulancia, vi a mi amigo hablando con un grupo de unos 10 policías, todos escuchando atentamente lo que decía. Salí de nuevo en la ambulancia.
Me desperté en la sala de emergencias, mis heridas habían sido tratadas. El tentáculo no tenía más de unos pocos centímetros de ancho, así que era un poco más grande que un gran cuchillo. Me cosieron y descubrí que estaba recibiendo una transfusión de sangre por la pérdida tan grande que había tenido en mi casa. Mi esposa los había autorizado a hacer lo que fuera necesario mientras yo estaba inconsciente. Ella estaba extremadamente molesta de que yo hubiese entrado en la casa. Estamos bien ahora, pero esa es una historia para otro día.
Estuve en el hospital durante tres semanas, ya que terminé con una infección y casi me quedé séptico. Necesitaba bastantes antibióticos. Durante las tres semanas tuve a los policías en mi habitación con preguntas. Después de una semana me “liberaron” y ya no me tenían bajo vigilancia armada.
Les conté absolutamente todo, sin importarles si tenía sentido o no, y gracias a Dios mi amigo había venido conmigo ya que pudo corroborar esta increible historia.
A mitad de mi estancia en el hospital, unos hombres con traje vinieron a visitarme. Eran del gobierno, lo supe de inmediato. Dijeron que eran del FBI, pero no sé si me lo creo. Querían hablar de Mi-No-Familia. El jefe de policía y el forense estaban involucrados y era todo muy secreto. Dejaron claro que esto no era para que saliera al público.
Aquí es donde tengo que disculparme, probablemente por el final anticlimático de esta terrible experiencia. No sé lo que No-yo-y-mi-familia eran. Tampoco ellos. Lo único que sabemos es que eran criaturas sensibles que se parecían a nosotros y tenían sangre amarilla. Le rogué al forense que me hablara de sus autopsias, pero dijo que no podía decirlo. Debió sentirse mal por mí, ya que recibí un ramo de flores un par de días después. La tarjeta dentro del sobre decía: "No sabemos qué son. Tienen los mismos órganos que nosotros pero en diferentes partes de su cuerpo aparte del cerebro, pero lo que es rojo y rosa dentro de nosotros, es verde y amarillo dentro de ellos. Son criaturas humanoides, pero sean lo que sean, no son humanos. El gobierno cree que pueden ser extraterrestres. Destruye esta carta lo antes posible."
Hicieron una limpieza profesional de nuestra casa. Casi seguro fue un equipo del gobierno ya que nos contactaron en "nombre de la policía". No pudimos encontrar ninguna reseña en Google o sitio web de la compañía en línea.
Mi esposa y yo no vamos a volver a nuestra casa. Nos encantaría quemarla pero no hay forma de hacerlo y evitar la sospecha de incendio malintencionado en este momento. Terminaremos teniendo una gran pérdida con la propiedad, ya que todos en nuestro vecindario saben que hubo un incidente que involucró múltiples muertes en la casa, pero no saben lo que realmente sucedió. Será difícil de vender, pero eventualmente se logrará.
Vamos a seguir adelante desde aquí. Les dije a todos en el trabajo que fue un allanamiento de morada y se lo creyeron. Volveré a trabajar en un par de semanas y empezaremos a buscar una nueva casa. De nuevo, lo siento. Sé que todos querían un final concreto y saber exactamente qué diablos eran esas cosas. Pero no lo sabemos. Alienígenas suena bien para mí. He estado pensando que si fueran sobrenaturales o demonios reales, los disparos no habrían podido matarlos. Es difícil de decir. Si eran extraterrestres, ¿por qué se sentaron en nuestra casa durante una semana? Ni siquiera trataron de apoderarse de nuestras vidas. Es difícil de entender. Si son extraterrestres, mantén los ojos bien abiertos. Podría haber más de ellos.
Traducción libre del original
Parte 1
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2020.05.01 23:13 DataPrivacyCoalition ¿Cómo proteger su comunicación con el Signal Messenger?

¿Cómo proteger su comunicación con el Signal Messenger?
La fuente de la información para este artículo es el portal Freedom of the Press Foundation: https://freedom.press/training/locking-down-signal/
¿Cómo proteger su comunicación con el Signal Messenger?
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Signal Messenger es una aplicación de comunicación cifrada que se está haciendo cada vez más popular, ya que es una herramienta moderna para intercambiarse de mensajes y archivos, así como para realizar audio y vídeo llamadas de forma segura y respetando la confidencialidad de la correspondencia.
A primera vista, esta aplicación se parece a WhatsApp, Telegram o Viber. Sin embargo, expertos de seguridad recomiendan Signal no por su interfaz, sino por su sistema de cifrado bien pensado que garantiza la protección de la información transmitida del acceso no autorizado por terceros. Veamos cómo el Signal messenger se difiere de otras aplicaciones de uso común con la funcionalidad parecida.
Ante todo, la característica principal del Signal es la seguridad completa de toda la información que se transmite mediante un cifrado de extremo a extremo, lo que significa que solo los participantes de la conversación tienen acceso a la misma. Cuando la información se transmite de esta manera, se genera una clave especial del remitente y el destinatario (sin esta clave resulta imposible descifrar el mensaje enviado), de modo que los datos se transmiten a través de la red confidencialmente. Cuando se utiliza el cifrado TLS estándar, los mensajes se envían al servidor del desarrollador, donde primero se descifran y luego se vuelven a cifrar y se envían al destinatario (más información sobre las tecnologías del cifrado se puede encontrar en uno de nuestros artículos anteriores). En el caso del Signal, incluso los propios desarrolladores de la aplicación no podrán acceder a los datos (hecho que se comprobó en un tribunal estadounidense). Los oficiales del FBI exigieron que los desarrolladores revelaran la correspondencia de las personas que les interesaban, pero lo único que pudieron proporcionarles eran las fechas del registro en Solicitud y la hora de la última conexión.
Se cree que actualmente Telegram es el mensajero más seguro y protegido, pero pocas personas saben que, en realidad, en esta aplicación solo los datos en modo de la conversación secreta están protegidos por el cifrado de extremo a extremo, pero las conversaciones comunes (a las que la mayoría de los usuarios se recurren por costumbre) no están protegidas por sus creadores.
En segundo lugar, el Signal tiene un código fuente abierto que está disponible en la red para su visualización y examinación, lo que nos permite verificar la ausencia de vulnerabilidades y funciones inaceptables para el usuario (por ejemplo, seguimiento oculto del usuario). Expertos independientes realizaron una verificación de protección de datos y confirmaron que todo en la aplicación funciona correctamente y que es imposible acceder a la información con que se opera (comparando con el mismo Telegram que no proporcionó su código para un estudio público, y que no nos da la información clara de cómo se usa y cómo realmente se almacena la correspondencia en este mensajero).
En tercer lugar, se demuestra que el Signal no recopila metadatos sobre sus usuarios: datos sobre qué usuario se comunica con qué usuario, cuándo y de qué temas. Utilizando metadatos, los desarrolladores analizan los mensajes de los usuarios, y destacan temas, intereses y deseos que ellos tienen. En base de estos datos se crea un retrato virtual y anónimo del usuario, cuyos datos se venden a las agencias de publicidad para crear empresas de publicidad más potentes. Esto es especialmente relevante a la hora de comparar la aplicación con WhatsApp y los mensajeros instantáneos de Facebook Messenger para que, como todos bien saben, los metadatos son una de las principales formas de ganar dinero de la publicidad de la plataforma.
¿Cómo debería ser la aplicación para la comunicación cifrada?
Como ya saben, en el mundo de hoy es muy importante tomar en serio el tema de la protección de datos. Y el uso de un mensajero cifrado tiene muchas ventajas para ofrecer a los usuarios preocupados su huella digital. Echemos un vistazo a las opciones que el Signal nos ofrece para asegurarnos una vez más de que no hay acceso no autorizado, ni seguimientos de conversaciones telefónicas de la red, así como para demostrar su forma de proteger el mensajero del pirateo físico:
- Confirmación de seguridad de conexión mediante un código
La mayoría de los mensajeros no tienen la opción que les permita verificar la seguridad de conexión. Sin embargo, como ya hemos explicado, el Signal brinda la oportunidad de someterse a una verificación bidireccional adicional de la sesión, para volver a asegurarse de que la correspondencia encriptada esté disponible solo para los interlocutores (y no para terceros).
De este modo, cree un diálogo con su interlocutor. Después es necesario solicitar y verificar su "código de seguridad".
En iPhone: elija el nombre de la persona (en la parte superior de la pantalla)> "Ver código de seguridad"
En Android: vaya a Configuración (menú "...")> "Configuración de conversación"> "Verificar código de seguridad"
Si usted y su interlocutor ven el mismo código QR y el mismo código de seguridad, esto significa que su conversación está protegida. Para mayor seguridad, se puede también verificar estos códigos adicionalmente en otras RRSS donde es seguro que la comunicación se realiza con la persona adecuada (por ejemplo, por teléfono o en Twitter o Facebook). Sin embargo, es mejor simplemente intercambiarse de los códigos en persona. Haga click en "Escanear código" y escanee el código QR con su cámara. Si sus códigos coinciden, haga click en "Confirmar" (si no, debería asegurarse de la seguridad de la red que se está utilizando e inmediatamente dejar de comunicarse con esa persona).

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Pantallazo: Escanee el código QR del interlocutor en su dispositivo
Después de la confirmación, esta operación ya no es necesaria (pero si empieza a usar la aplicación en un dispositivo nuevo, los códigos de seguridad anteriores ya no sirven).
Usted recibirá automáticamente una notificación de si, por cualquier motivo, sus códigos con el interlocutor se han cambiado. En este caso, también se recomienda usar otro canal de comunicación para asegurarse una vez más de que sus mensajes están protegidos.
- Uso de un número de teléfono secundario para el registro
Para el Signal Messenger, su número de teléfono es su "nombre de usuario". Pero, ¿qué pasa si no quiere "flashear" su número de teléfono real? Por ejemplo, muchos periodistas, cuando se comunican con sus fuentes, intentan no revelar sus números de teléfono.
Hay una solución: la aplicación Signal puede registrar cualquier número de teléfono al que tiene acceso (si este número no ha sido previamente bloqueado y reservado para otra persona). Por ejemplo, si se encuentra en EE. UU., se puede encontrar dicho número con Google Voice. Para ello, vaya a voice.google.com e inicie una sesión con su cuenta de Google.

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Pantallazo: Google Voice acepta un código de registro para Signal.
Mensaje de registro de señal recibido en Google Voice. Fuente: OpenNews
En la mayoría de los países, se puede usar una tarjeta SIM secundaria para crear otro número. También puede usar un servicio en línea denominado Twilio para crear un número adicional.
- Bloqueo de registro
No importa si usted usa su número de teléfono primario o secundario, lo importante es tener siempre acceso al mismo. ¿Pero por qué? Porque si se pierde este número y alguien más lo vuelve a registrar, entonces ya no podrá usarlo para entrar en el Signal.
Hay otra opción: puede bloquear el registro de su número en Signal utilizando el Bloqueo de registro.
En iPhone: haga click en Configuración> Privacidad> Bloqueo de registro> Activado.
En Android: haga click en Configuración> Privacidad> Bloqueo de registro> Activado
Para ello, cree un código PIN y escríbalo en algún sitio para no olvidarlo. Este PIN impedirá que su número se vuelva a registrar en cualquier dispositivo. La aplicación a veces le pedirá que introduzca el código PIN para que no lo olvide.
No guarde el historial de los chat en iCloud
El Signal le permite duplicar el historial de sus llamadas desde la aplicación en el historial de llamadas del sistema en el iPhone. Aunque es muy conveniente, permite que su iPhone sincronice el historial de llamadas con iCloud, incluida la información sobre qué usuario estaba hablando con qué usuario, y cuándo, así como la duración de dicha llamada.
Si usted usa un iPhone y no quiere compartir el historial de llamadas en el Signal, desactive esta función en la sección: "Configuración"> "Privacidad"> "Mostrar llamadas en Recientes"> "Desactivar".
Use desaparición de mensajes
El Signal le permite eliminar mensajes individuales, pero aún estarán disponibles para todos en la conversación. La función "desaparición de mensajes " le permite cancelar automáticamente mensajes en una conversación para todos los usuarios sin ninguna restricción temporal.
¿Cómo activar la función "desaparición de mensajes"?
  1. Abra una conversación nueva.
En iPhone: elija el nombre de la persona en la parte superior de la pantalla para abrir la configuración de esta conversación. Haga click en "desaparición de mensajes".

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Pantallazo de la configuración de desaparición de mensajes en Signal
En Android: haga click en el icono de configuración ("...") en la esquina superior derecha. Haga click en "desaparición de mensajes".
Pantallazo: Cómo activar "desaparición de mensajes" en Signal
  1. Mueva el control deslizante para configurar la duración del tiempo para guardar los mensajes: de cinco segundos a una semana. Esta opción funciona tanto para conversaciones como para chats en grupo.
Protección de dispositivo
Sin embargo, dado que ningún método da una garantía a 100%, tenemos que hablar sobre la vulnerabilidad y el cifrado de extremo a extremo que está oculto en nuestros dispositivos favoritos a los que llegan los mensajes en formato legible.
¿Cómo proteger su dispositivo?
Una contraseña protegerá su dispositivo
Desafortunadamente, ningún cifrado le ayudará si alguien tiene acceso a su teléfono desbloqueado. Puede proteger su dispositivo con una contraseña normal. También es simple: salga de la aplicación y habilite la contraseña en la configuración.
En iPhone: Configuración> Face ID \ Touch ID y contraseña
En Android: Configuración> Seguridad> Bloqueo de pantalla
¿Cómo activar la protección de pantalla?

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todos sus mensajes, por lo tanto, es muy importante configurar una contraseña antes de entrar en la aplicación para crear una protección adicional en caso de que el teléfono esté desbloqueado.
¿Por qué es importante configurar una contraseña de aplicación?
No es ningún secreto que, aunque poco frecuentemente, pero los teléfonos se roban durante el día. U otro ejemplo: los padres a menudo dan sus teléfonos para que sus hijos jueguen, pero no piensan en absoluto en que los niños pueden leer sus mensajes y ver fotos.
En iPhone: ir a Configuración> Privacidad> Bloqueo de pantalla.
En Android: ir a Configuración> Privacidad> Bloqueo de pantalla
Desafortunadamente, si su teléfono ha sido desbloqueado (no es necesario que lo roben, tal vez es un control en el aeropuerto), es importante recordar que la contraseña de la aplicación no ayuda mucho, porque si le piden desbloquear el dispositivo, le pedirá que introduzca la contraseña al entrar en el Signal .
Cifrado del disco
En el mundo de hoy, perder un teléfono significa perderlo todo. Realmente lo es. Si se perdió el teléfono, fue robado, etc., se puede encontrar cualquier cosa, ya sean fotos, mensajes, incluso se puede entrar en aplicaciones si se conoce la contraseña, y ahora se puede encontrar las contraseñas con mucha facilidad en el mismo teléfono. No se desanime, no está todo tan mal: se puede proteger fácilmente su dispositivo con un cifrado del disco.
Los propietarios de los últimos modelos de iPhone pueden alegrarse: el dispositivo ya está encriptado.
Sin embargo, no solo los usuarios de iPhone pueden aprovechar una ventaja similar. Muchos dispositivos Android modernos están encriptados de manera predeterminada (por ejemplo, dispositivos Pixel, algunos teléfonos en las líneas Nexus y Samsung Galaxy). Para saber si su dispositivo está encriptado, verifique la configuración para asegurarse de que el cifrado del disco esté habilitado. Si no está configurado, es muy fácil de hacer.
Protección de pantalla

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Pantallazos: a la izquierda, la función "protección de pantalla" no está activada en la aplicación, a la derecha, cuando se activa "protección de pantalla".
Probablemente usted se pregunta, ¿para qué hay que proteger la pantalla, ya que incluso sin esta función el teléfono ya está bastante protegido? Pero en nuestra experiencia se puede prescindir de esta opción solo si usted está solo. En caso contrario, se aumenta la probabilidad de que alguien pueda encontrar toda la información necesaria mirando su pantalla durante un tiempo. Para evitar una situación tan desagradable, es mejor activar la función de protección de pantalla: como un banner, ocultará sus mensajes y otra información visible en la pantalla. Esta es otra ventaja del Signal que permite evitar que se muestre la vista previa hasta que se abra la aplicación por completo.
En iPhone: ir a Configuración> Privacidad> protección de pantalla.
En Android: ir a Configuración> Privacidad> protección de pantalla
Aviso de privacidad
La aplicación Signal también es conveniente porque no le permitirá ver la información como el nombre del remitente y el mensaje en sí, incluso si alguien puede encontrar su contraseña desde el teléfono. Configurar esta función es fácil.
En iPhone: Configuración> Notificaciones> Mostrar. Para recibir notificaciones sin información sobre el remitente o el contenido de sus mensajes, active "Sin nombre o Sin contenido".
En Android: Configuración> Dispositivo> Sonido y notificaciones> Cuando el dispositivo está bloqueado. Para recibir notificaciones sin información o contenido del remitente, haga click en Ocultar información confidencial.
Actualización y protección contra malware
Desafortunadamente, frecuentemente se nos olvida actualizar nuestro dispositivo. Sin embargo, si no actualizamos el dispositivo durante mucho tiempo, puede aparecer un programa malicioso, entonces usted puede olvidarse de la seguridad por completo. Sin embargo, incluso si es un usuario responsable y actualiza el software a tiempo, el dispositivo de su interlocutor puede representar una amenaza para ambos, si no tiene la última actualización y tiene ese programa. Por lo tanto, es importante que tanto usted como su interlocutor tengan sus teléfonos actualizados a la última versión. Esto se debe al hecho de que muchos tipos de malware le permiten enviar pantallazos de sus mensajes o conversaciones a los piratas informáticos. Por lo tanto, es importante actualizar el software, ya que las actualizaciones están destinadas a mejorar el funcionamiento del sistema operativo, incluida la operación de todas las aplicaciones instaladas en su teléfono.
Por supuesto, a veces somos demasiado vagos para hacer esto o nos olvidamos de hacerlo, pero debemos recordar que las actualizaciones son uno de los remedios más poderosos que usted y su interlocutor pueden permitirse. Hackear un dispositivo será mucho más difícil si tiene la última actualización.
Use el Signal solo en su teléfono móvil.
¿Por qué es importante tener el Signal solo en un teléfono móvil? En realidad puede ser cualquier dispositivo, pero el teléfono móvil será el más seguro. El Signal también tiene la ventaja de ofrecer una aplicación de oficina, que también le permite tener la aplicación en su PC. Pero aquí surge un problema: si las aplicaciones en el ordenador pueden interactuar entre sí, los sistemas Android e iOS generalmente prohíben tales acciones. Limitar la interacción de las aplicaciones reduce significativamente el riesgo de programas maliciosos que pueden destruir sus datos.
Contras del cifrado de extremo a extremo
Ya hemos aprendido cómo bloquear correctamente su dispositivo. Además, debería asegurarse de que el Signal esté vinculado a su dispositivo y no a ningún otro. Un problema parecido puede surgir, como ya hemos dicho, si se pierde el teléfono o si se obtiene uno nuevo.
Es muy importante tener en cuenta que la aplicación Signal funciona mejor solo en un teléfono. Para mayor seguridad, mantenga siempre su teléfono al lado. La función de "bloqueo de registro" le permite ocultar su número de otros, pero será una trampa si usted va a querer registrar este número nuevamente.
También hemos comentado el hecho de que el Signal no tiene metadatos: información sobre qué usuario se comunicó con qué usuario, cuándo tuvo lugar la conversación y cuánto duró, y esto es una ventaja. Sin embargo, hay un inconveniente: no tiene protección de metadatos en tiempo real, por lo tanto, en el momento de la comunicación no ocultará sus datos personales. Y tampoco el Signal ocultará los datos de su interlocutor.
Gracias a todos estos consejos y todas las funciones disponibles en el Signal, ahora usted conoce cómo proteger su teléfono, así como otros dispositivos y, por lo tanto, los datos. Recuerde que su interlocutor también debe seguir las reglas de "higiene", lo que ayudará a reducir el riesgo de vulnerabilidad de la información confidencial. Para proteger mejor las llamadas, mensajes de texto y otra información importante, aconseje a sus contactos que también protejan su aplicación Signal.
Si al leer nuestro artículo les surgen preguntas, o si usted necesita ayuda práctica adicional de cómo usar la aplicación Signal, o si precisa cualquier otra información relacionada con el cifrado de datos, por favor, contáctenos. Estamos encantados de ayudarles. Esperamos que usted esté satisfecho con la aplicación Signal, y le agradeceremos si la aconseja a sus amigos y familiares para que también puedan proteger su comunicación.
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2020.04.17 09:58 qohelet1212 Desaparecidas, de Tess Gerritsen


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SINOPSE
Uma mulher sem identificação parece ser apenas mais um corpo a aguardar a autópsia no Instituto de Medicina Legal de Boston — até ao momento em que a doutora Maura Isles vê o cadáver abrir os olhos. A desconhecida, completamente em pânico, é levada de imediato para o hospital, onde acaba por matar um segurança e fazer vários reféns, incluindo a detetive Jane Rizzoli, que fora internada nessa manhã para dar à luz o seu filho.
No exterior do hospital, o marido de Jane, o agente do FBI Gabriel Dean, desespera ao ver as horas passarem sem que a polícia consiga resolver aquilo que tudo indica ser um vulgar sequestro de vários reféns. Contudo, depressa o caso começa a revelar-se bem mais complicado e com implicações mais profundas quando um segundo sequestrador entra em cena. E momentos antes de o grupo de resgate tomar o hospital de assalto para libertar os reféns, a mulher avisa Jane: «A Mila sabe.»
Quem é Mila? Qual o terrível segredo que esconde? E por que razão os serviços secretos estão tão empenhados em ocultar todas as provas que poderiam ajudar a resolver o caso? Numa corrida contra o tempo, Jane e Gabriel partem em busca da misteriosa Mila, que detém a chave que poderá desvendar o tenebroso mistério. Mas há mais alguém desesperado para a encontrar, e disposto a tudo para a silenciar…
epub Novos Março 2020 (69) Novos Abril 2020 (104) Biblioteca Completa (1860): Mega Dropbox
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2020.04.10 20:45 JokerAsylum123 Mi problema con el movimiento 8M/9M en México.

Mucho se ha dicho de este movimiento. Desde burlas pendejas hasta defensas muy pasionales. Y antes que nada, quiero aclarar que estoy de acuerdo con el argumento básico de este movimiento: Acabar con feminicidios. Sí creo que son un problema grave, y uno que se debe solucionar.
Ahora, con esa introducción, quiero exponer el porqué me parece que ha sido un movimiento ineficiente, y hasta cierto punto, inútil. Esto sin el afán de disminuir la preocupación de cualquiera que participó en estos.
Mi principal problema es éste: este movimiento, de la manera en que fue formado, publicitado y hecho nunca iba a funcionar para acabar o si quiera tener el más mínimo efecto sobre los feminicidios. ¿El motivo? Era simplemente demasiado, demasiado generalizado. Similar a como lo fue el movimiento en contra de Wall Street en EUA a principios de los 2010s que tanto puto escándalo hizo pero al final no hizo ningún cambio.
En sí, en su temática más amplia, no pedía nada en específico. No le estaban diciendo al gobierno nada en específico sobre qué hacer. Lo único que pedía es que reconociera que cierto problema era malo. Y bueno, es malo. Pero ¿de que sirve que simplemente apuntes a decir que cierto problema es malo si no estás dando soluciones? A mi me caga AMLO, pero el gobierno no puede simplemente tronar los dedos y hacer que de repente dejen de haber feminicidios (ojala fuese así de simple) y el confiar en que los idiotas de la 4T descifren qué es exactamente lo que se tiene que hacer sobre un problema tan jodidamente complejo como este es una completa locura al borde del delirio.Y también, el esperar que mágicamente el movimiento haga que violadores o asesinos repentinamente tomen consciencia de lo que están haciendo es una pendejada igual. Muchos de esos crímenes son crímenes pasionales, impulsivos en los cuáles el guey está siendo un pinche primate sin pensar, ¿en serio creen que un guey que anda golpeando a su esposa hasta matarla por engañarle se va a poner a pensar en esos movimientos que solo ha visto en mientras anda emputado? Quizás uno o dos, pero la amplia mayoría no. Y los tipos psicópatas que lo hacen más premeditado les vale tres hectáreas de verga. Si a ellos no les importan las súplicas de sus víctimas mientras les están haciendo daño, menos les va a importar las súplicas de un chingo de gente que no conoce en la TV.
Ahora, me dirán, la cosa era para que se deje de actuar con impunidad, después de todo eso era uno de los mensajes consistentes. A lo que yo responderé...
¿Saben por qué hay tanta impunidad en México? Es por muchos factores, pero uno de ellos es: Nuestros grupos de investigación criminal simplemente no son tan buenos como los de países primermundistas. Descubrir quién mató a alguien, quién secuestró a alguien, encontrar a un criminal escapado, todo eso es una tarea jodidamente difícil que requiere de un grupo de investigación completamente capaz con toda la tecnología posible. Eso simplemente no existe en demasiadas partes de México, quizás haya una ciudad u otra donde sí, pero no en todo el país. Si el entero movimiento hubiera pedido, de manera muy específica, que se diera más presupuesto y se le diese una transformación casi primermundista a todos esos grupos de investigación a manera nacional, quizás hubieran logrado algo. No tengo duda de que algunas feministas pidieron exactamente esto, pero ese es el problema: Solo fueron algunas, no fue el movimiento entero como tal. La mayoría de los carteles era de "RECUERDA A ESTA VÍCTIMA", o "PINCHE PENDEJO VIOLADOR", o memes burlándose de los trolls que las critican (Esas putas imágenes de Hermione o la morra de los Simspon, ughhhh) o cosas así. Pocos eran los que pedían soluciones específicas que el gobierno podía empezar a implementar, políticas en específico bien argumentadas que hubieran ayudado.
Y ahí el otro problema, por el hecho de que este movimiento era tan generalizado, se empezó a agregar un montón de mierda a este que, a diferencia de la propuesta inicial, eran más discutibles: cosas como meter el tema del aborto del cuál... miren, yo estoy a favor de la elección del aborto, pero algo que no entiendo porqué chingados otra gente pro-elección no entiende es que no todas las mujeres están de acuerdo con el aborto. Mi madre no lo está, mi hermana no lo está, he visto un chingo pero un chingo de mujeres que no lo están. No entiendo porqué carajos está esta necedad de volverlo un problema feminista cuando hay un chingo de mujeres que te dirán que no están de acuerdo tampoco.
Otras cosas es que también he visto a feministas que metían mierdas como estar en contra del porno o de permitir la libre expresión de cierta música o de ciertas tendencias o de decir la palabra "puta" o lo que sea y es como... estás metiendo un chingo, pero un chingo de cosas ahí con las que no todos y todas estarán de acuerdo, que son exageradamente discutibles. Está la hipotésis de que "Oh tienen que dejar de estar haciendo x o y cosas porque contribuyen a cierta cultura, etc etc" y es como, okay, buena especulación pero a) No tienes pruebas concretas de eso.b) Si esperas que todos los hombres y mujeres te hagan caso sobre esas cosas de expresión personal y recreacional eso nunca va a pasar. Estás pidiendo demasiado, y NO te lo van a dar.
Y yendo a este punto, estos movimientos estaban llenos de un chingo de especulación y teorías del porqué existen los feminicidas y la madre pero la mayoría de esas especulaciones son eso: especulaciones. No tienen pruebas, no hay un chingo de investigaciones que lo comprueben, no hay registros psicológicos sobre los feminicidas que ayuden a comprobarlo. Y algunas de esas teorías son demasiado simplistas al punto en que invitan defensas pasionales en su contra generando más división cuando lo que tienes que hacer para que te hagan caso de una manera que importe es que estén de acuerdo contigo.
Estados Unidos se pudo decir tuvo un problema grande de feminicidios de finales de los 60 a mediados de los 80. Eran más bien asesinos seriales, gente como Ted Bundy, Night Stalker, etc. La manera en que ese problema se fue arreglando fue por el simple hecho de que el FBI se puso a hacer investigaciones a alta escala demasiado complejas. Tenías a gente como John E. Douglas entrevistando a estos criminales de maneras hiper detalladas, encontrando patrones, descifrando qué es lo que les hacía hacer lo que hacían, sus modus operandi, como prevenir estas cosas, y acá en México simplemente no veo esa dedicación de querer entender de una manera compleja el porqué esta gente hace lo que hace. Y la realidad es que, por más que nos cague, si no entiendes a tu enemigo, nunca vas a tener la más mínima puta idea de cómo derrotarlo. Por usar una metáfora contemporánea, si no entiendes el virus, jamás podrás hacer la vacuna. Y muy pocas personas en este movimiento pedían poner recursos a entender a detalle el virus, la mayoría presentaban solo sus propias teorías ideológicas, muy poco de ello pragmático o científico.
De la manera en que se organizó este movimiento, todos aquellos problemas en México jamás se iban a solucionar. Seguirán habiendo feminicidios, violaciones, abuso doméstico, burlas, etc. Simplemente no fue muy útil, ni tuvo el efecto deseado
En fin, solo quería expresarme. Desde hace un mes cuando surgió todo ese pedo algo me parecía mal al respecto pero no sabía exactamente qué, y hasta la noche más o menos lo logre articular bien así que quería escribirlo. Probablemente podría ir más a detalle, y se me ha pasado o he malinterpretado una o más cosas, pero necesitaba decirlo.
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2017.08.12 06:19 Subversivos Me preocupa oír a los míos defender más que nadie a Maduro... ¡que hay víctimas, hombre!" / "Nadie que haya vivido la Transición diría las cosas que hoy dicen algunos en IU, faltando al respeto a nuestros padres" / "La izquierda federalista tiene que plantarse sin ambages ante el desafío catalán".

Gaspar Llamazares (Logroño, 1957) es un extraño pedazo de pan metido a político y además de izquierdas, que esto en España requiere un plus. De pasarlas canutas con Paco Frutos ha pasado a pasarlas moradas con Pablo Iglesias. O, para ser más precisos, a llevarse algún que otro zapatazo, y alguna que otra invitación a pastar, a cuenta del efecto acomplejador de Iglesias en las “neuróticas” filas de IU. O de un PSOE que parece Yo, Claudio –esto no se le ocurrió a él, pero se rió mucho…-. Ahora, el hombre que no mató a Liberty Valance pero que sí vio su cara en los carteles con que el FBI quería dar caza a Bin Laden acaba de registrar, junto a Baltasar Garzón, un partido político que se llama Actúa y que no se sabe aún oficialmente si va a concurrir a las elecciones. Oficialmente hay tiempo de pensárselo de aquí a las europeas.
Tiene usted razón, señorita, para qué nos vamos a engañar: es verdad que desde que hemos registrado Actúa como partido político, o nos ríen la gracia a mandíbula batiente o nos entran a degüello. No hay mucho término medio, no. Nosotros, desde luego, no hemos hecho nada con voluntad de polémica, hemos tenido que inscribirnos como partido porque era la única opción que nos habían dejado de proteger la marca. Es que hay una empresa que al parecer también usaba la expresión Actúa y amenazaban con una demanda a no ser que la retiráramos o hiciésemos constar que sólo nos interesaba a efectos políticos, no comerciales. Si ya dijo no sé quién el primer día, cuidado, que la palabra “Actúa” se usa mucho en publicidad... Pero no, seguro que la empresa que nos ha buscado las cosquillas no tiene agenda política oculta, es sólo una empresa. ¿Qué empresa? Pues no se lo voy a decir, perdóneme...
¿Que si tengo miedo de que esto acabe como aquella historia de mi cara en los carteles del FBI buscando a Bin Laden? Esperemos que no. Aquello dio lugar a un procedimiento judicial que hoy en día está prácticamente sobreseído. Yo intenté ir a juicio en Estados Unidos, lo intenté en serio a través de una organización americana especializada en la protección de la imagen, pero no se atrevieron, y eso que era ya en la época de Obama. Primero empezaron a enredar pidiendo la traducción al inglés de todos los documentos, luego salieron con que la responsabilidad sólo se podía pedir a la embajada americana en España. En fin, se han ido pasando la pelota unos a otros y al final, nada.
¿Cómo dice, señorita? ¿Qué esta historia mía le recuerda a la de Paco el de la Bomba, el vecino de Palomares que ayudó a los americanos a encontrar la bomba termonuclear que se les había caído allí, que reclamó y reclamó, que llegó a pedir 20 millones de dólares, y sólo se llevó calderilla y una mención? Pues sí, no me extraña nada, estos no te dan ni agua. Y conste que yo no pedía dinero, sólo quería una rehabilitación de mi imagen, de mi cara, de mi pelo.
Patricia Conde presume de cuerpazo en las redes socialesPatricia Conde presume de cuerpazo en las redes socialesBeatriz Martínez de OlcozLa presentadora, muy activa en las redes sociales, ha compartido una imagen en la que deja ver una espectacular figura animando al resto de mujeres a hacer lo mismo, pero sobre todo, a quererse. recomendado por Oiga, que yo estuve cinco años sin salir de vacaciones al extranjero porque mi hija estaba asustada, temíamos que en cualquier frontera pudiéramos tener un lío. ¿Se imagina que fuese ahora, con las delirantes restricciones migratorias de Donald Trump? Vamos, que el tema tuvo consecuencias más allá de dañar mi imagen. El entonces ministro de Defensa, Pepe Bono, escribió una carta a la entonces portavoz demócrata en el Congreso, Nancy Pelosi. El ministro de Exteriores también se involucró, pero nada, todo el mundo lo lamentaba con la boca pequeña y sin plantearse ningún desagravio serio. Que esto ha sido un artista forense con demasiada creatividad, te decían. Y se quedaban tan panchos. ¿Pero de verdad les parece normal hacer montajes de fotos de gente viva para cosas así? ¡Es una barbaridad!
Baltasar Garzón y Gaspar Llamazares en un acto de la plataforma Actúa el pasado mes de abril. Baltasar Garzón y Gaspar Llamazares en un acto de la plataforma Actúa el pasado mes de abril. E.P. Cambiando de tercio me comenta usted ese chascarrillo tan simpático que sí, ya sé que hace días que corre, que dice que desde el momento en que nos hemos juntado Baltasar Garzón y Gaspar Llamazares, sólo nos falta Melchor. Un chiste muy socorrido está siendo ese, sí. Más allá del chiste: me comenta usted que el mismo día que saltó la noticia de la inscripción de Actúa como partido político, a uno de los nombres propios del proyecto, el magistrado José Antonio Martín Pallín, le faltó tiempo para desmarcarse públicamente. Que él no quería saber nada de estar en un partido político y de concurrir a elecciones, dijo. Bueno, es verdad que aquí siempre hemos estado unos y otros a distintas velocidades, con enfoques distintos. Martín Pallín avisó lealmente desde el primer día de que él no quería hacer nada que ni remotamente pareciera que podía fraccionar la representación política de la izquierda. Quizá no le hemos sabido explicar bien el carácter estrictamente instrumental de este tema, de esta inscripción, que en sí no prejuzga para nada que esto vaya a devenir un partido político. Ni mucho menos un competidor electoral de nadie.
Si Actúa debuta electoralmente será en unas europeas para aprovechar la circunscripción única, como Podemos Sí, probablemente no hemos sabido explicarle bien esto a Martín Pallín, entre otras cosas porque el tema nos estalló en las manos a principios de agosto, todo esto que le decía de la marca, señorita. La verdad es que nos quedamos todos muy extrañados, yo el primero. Aunque Teresa Aranguren también me llamó, muy sorprendida. Para empezar, en el Ministerio del Interior nos decían que esto iba muy para largo, al principio todo eran pegas, y así de un día para otro, de repente.
¿Cómo dice? ¿Si yo creo que en Interior alguien puede haber dado la consigna de acelerar nuestra inscripción como partido para j… a alguien? No lo creo, no. Yo estoy segura de que era y es un tema puramente administrativo. Mire, en cuanto se asoma usted al registro de partidos, se encuentra con que hay miles de ellos, de partidos y de partidillos unos vivos, otros medio muertos, otros en coma. El registro de partidos políticos debe de ser una locura. En una futura reforma electoral contemplamos la posibilidad de declarar muertos a todos los partidos que lleven más de determinado tiempo de inactividad; sí, de desconectarles el respirador, se podría decir así. No se ha hecho nunca, y hay miles y miles.
Pero de verdad que en nuestro caso la actividad política y electoral no se puede ni prejuzgar ni descartar. Protegemos la marca por si acaso, porque ya veremos. Hasta ahora Actúa sólo ha hecho un análisis de la situación de la izquierda, de la necesidad de vertebrar una mayoría frente al PP.
Foto: Gtres Foto: Gtres Me pregunta usted a quemarropa si, teniendo en cuenta que el sistema electoral español es una carrera de obstáculos para todos los partidos pequeños, si nos estamos reservando para las elecciones europeas, las únicas que se juegan con circunscripción única, ahí dio la sorpresa Podemos (carraspea). Bueno, sin duda ese es el marco electoral más favorable, sí. Podemos no despegó en unas elecciones generales, donde el sistema mayoritario es un gran lastre. Ni en las municipales ni en las autonómicas, que exigen tener mucha base. Podemos dio el golpe primero en unas europeas, luego fue a autonómicas y finalmente a generales. A las municipales no ha ido nunca, han ido sus marcas blancas asociadas.
Visto lo visto en las últimas legislaturas exprés, me pregunta usted de frente quién de la izquierda tiene la culpa de que el presidente sea Mariano Rajoy y no ninguno de ellos. Bueno, en parte esa ha sido la voluntad de los electores, que en mi opinión han castigado insuficientemente al PP por sus deméritos. Pero es evidente que la mayor responsabilidad es del PSOE, que limitó tanto las posibilidades de acuerdo, le ató demasiado las manos a Pedro Sánchez. Pero Podemos tampoco hizo el esfuerzo suficiente, no fue generoso. Ese fue un punto determinante de inflexión. Íñigo Errejón reconoció que se habían equivocado.
Por primera vez desde la Transición están en juego la hegemonía y las lentejas de la izquierda ¿Cómo? ¿Que suma y sigue con lo de equivocarse, porque ahora van y apartan a Íñigo Errejón? Bueno, yo no entro en conflictos internos de otros partidos. Una de mis críticas a Alberto Garzón, precisamente, ha sido la de posicionar a IU como si fuésemos de Pablo Iglesias, cuando no lo somos. Ni de él, ni de nadie. No estamos con el PSOE ni con Podemos. Lo que queríamos era romper los diques entre las izquierdas y abrir un diálogo, que hubiese menos confrontación e incomprensión. Pero dicho esto, no entramos en conflictos internos de otros partidos, como ya he dicho.
Caza usted al vuelo la oportunidad de preguntarme qué ha pasado con Alberto Garzón, que de ser el líder mejor valorado ha pasado a ser poco menos que el hombre invisible. Bueno, yo creo que hay dos decisiones suyas que explican ese proceso. Una, el ir de repente a las elecciones en coalición, sin avisar, dejando a un millón de votantes huérfanos, sobre todo de IU. Y luego la inmersión en el grupo parlamentario de Podemos, donde el perfil de IU se perdió. Alberto diseñó una táctica de IU para situarse dentro de Podemos. ¿Entrismo a lo trotsko contra Pablo Iglesias?, me pregunta usted con desparpajo. Bueno, la idea de Alberto Garzón era situarse a la izquierda de Podemos. Y Pablo Iglesias, al ir contra Errejón, se deja de transversalismos y se come todo el espacio de la izquierda, izquierda. De tal modo que no hay manera de ser más izquierdista que él.
¿Qué es la gente que comete todos estos errores la que luego me manda a mí “a pastar” en Twitter? Bueno, es verdad que, ante unas determinadas declaraciones de Alberto Garzón yo tuiteo, “sin comentarios”, y ellos contraatacan también en Twitter: “Gaspar, vete a pastar”. ¿Que si estamos como en los tiempos en que yo me las tenía tiesas con Paco Frutos? Qué va, para estos Paco Frutos era hasta un moderado, estos ya saltan a identificarse directamente con Santiago Carrillo, pero encima mal, porque hablan de la Transición de una manera, con una falta de respeto por nuestros padres y por lo convulso que fue todo aquello… Desde luego, nadie que haya estado en primera línea de la batalla política de la Transición dice esas cosas.
Me pregunta usted si, a este paso, cuánto más de izquierda es o dice ser la gente aquí, más mala hostia (se ríe). Yo sí que he detectado, no sin autocrítica, cierta tendencia al dogmatismo y al sectarismo, a creerse en posesión absoluta de la verdad y a excluir a todos. Es verdad que en IU, después de tantas insatisfacciones electorales que la han situado una y otra vez al borde de la extinción, hay un elemento de psicología neurótica. Dentro de la propia organización no sabemos distinguir entre el desacuerdo, el enfado o la ira, podemos mantener entre nosotros mismos una relación muy poco amable.
Con los de fuera desde luego, pero con los de casa, doble ración. Ahora que se vive un cambio político y generacional en IU, resulta que esto no trae más tolerancia y pluralidad, sino menos. Nos sobran nuestros propios compañeros. Menudean las declaraciones extemporáneas, los insultos. Nos perdemos hasta el respeto.
Foto: Gtres Foto: Gtres ¿Qué me parece esta cascada de dimisiones en el grupo parlamentario socialista? Pues a mí me preocupa y creo que a Pedro Sánchez también. Él y yo nos hemos tomado algún café. Yo creo que les conviene ser generosos en la victoria, es muy preocupante que personas relevantes como Eduardo Madina o Antonio Trevín abandonen la política. Con los dos he colaborado y los dos me parecen personas serias. Su marcha supone una pérdida para cualquier partido. Nadie es irreemplazable, pero… Y, además, queda esa terrible imagen de que no hay tregua, de que la batalla sigue.
Yo estuve cinco años sin salir al extranjero por culpa de que el FBI usara mi rostro en un cartel de Bin Laden, intenté ir a juicio en USA pero se ha sobreseído ¿Cómo dice, señorita? ¿Que este PSOE ya parece Yo, Claudio? Pues sí, la pena es eso, que las heridas siguen abiertas en el territorio, que no cesa el forcejeo entre mayorías y minorías, todo esto a la postre nos enfrenta con el problema más profundo, que es, si falta pluralismo interno en la izquierda, ¿cómo lo va a haber externo, de cara al exterior?
Es verdad que siempre ha sido difícil. La inercia del PSOE es la de actuar con la prepotencia de quien se ha sentido siempre la fuerza con mayor masa, yo soy el planeta, tú eres el satélite. Ante eso IU siempre se ha sentido disociada: una parte acusando al PSOE de traidores y la otra parte queriendo pactar. Ha sido siempre como una tensión entre el hermano mayor al que el menor le sobra, el PSOE es como Caín que si puede le pega un viaje a Abel y lo deja en la estacada. Esa lógica gravita también sobre Podemos, aunque ellos pretendan llegar nuevos y hacerse de nuevos. Lo cierto es que el PSOE teme seriamente por fin perder la hegemonía. Está de verdad en juego, por primera vez desde la Transición, la primogenitura de la izquierda. ¿Y las lentejas? También, también.
¿Que si Podemos me recuerda a mí la pesadilla del PCE? ¿Que cómo se me queda a mí el cuerpo, por ejemplo, cuando les oigo hablar de Venezuela? Mire, a mí me preocupa más cómo defienden aquello los míos que los de Podemos, que a veces la gente cuando ya no sabe qué hacer para diferenciarse y para parecer más radical, pues hala, a defender todavía más a Maduro… Yo mira que estoy muy preocupado, mucho, por la estrategia subversiva de la derecha en toda la América Latina; en Venezuela está ganando esta estrategia subversiva de la derecha, pero es que la reacción de la izquierda, tan autoritaria, me preocupa todavía más, si eso es lo que no deja de dar baza tras baza a la derecha. Sin dejar de ser solidario con la izquierda bolivariana, hay que poner algún límite. No se puede aceptar el retroceso de las libertades o de la igualdad social. No puedes eludir la realidad, la evidencia. ¡Que hay víctimas, hombre! En eso nos hemos equivocado.
Estando Baltasar Garzón y yo juntos en Actúa nos dicen que sólo nos falta un Melchor, es un chiste muy socorrido, sí… En cambio, en el tema catalán, yo estoy mucho más con Alberto que con Pablo. Hay que decir no al referéndum, que no es verdad que sea un acto de movilización social. En absoluto. En Cataluña estamos ante una de las situaciones más complicadas que ha habido en el modelo territorial España. Lo del País Vasco fue peor por la presencia de la violencia terrorista, pero ahora en Cataluña todo es muy complicado. Ante esta iniciativa unilateral de segregación, se impone una firme respuesta legal, que no penal. Pero la ley y la Constitucion no pueden ser banalizadas, esto no es, insisto, una movilizacion ciudadana más. Están usando las instituciones catalanas para impulsar un proceso de secesión y ante eso una izquierda federalista se tiene que plantar sin ambages. Diferenciándote de Rajoy en la deriva penal, que eso además alimenta el agravio, pero sin negar la evidencia de que los secesionistas están haciendo activismo institucional como la copa de un pino, y ademas buscando reconocimiento internacional encima.
¿Qué haría yo entonces?, me pregunta usted. ¿Poner multas? Pues sí, ir por la vía civil administrativa, a deslegitimar institucionalmente. ¿Lo de rendir cuentas ante el FLA de que no se gastan un euro en el referéndum? Eso me pareció un mecanismo preventivo, un tanto discutible desde el punto de vista legal. Pedir cuentas a posteriori todavía, pero a priori… Si se niegan, ¿qué haces? ¿Cortar el grifo? Lo mires por donde lo mires, eso tiene poco recorrido.
Llegamos al fin a la turismofobia, a Arran y a la CUP: pues qué me va a parecer. Un puro oportunismo. Como lo que ha pasado en el aeropuerto de El Prat. Se aprovecha cualquier cosa para caldear el ambiente y agitar las aguas del referéndum. Como si fuera de Cataluña ni hubiera clases sociales ni problemas turísticos, como si este no fuera un problema de modelo turístico globalizado… No es un tema ni catalán ni local, no puedes usar eso para hacer gimnasia antisistema.
Apunta usted de repente que le llama mucho la atención mi sintonía con alguien como Baltasar Garzón. ¿Y eso por qué? Yo siempre me he llevado bien con él. Conoce muy bien los temas de derechos humanos, de justicia penal internacional... No siempre estamos de acuerdo, pero siempre hemos tenido una colaboración muy fluida en estos temas. Y su compromiso con la memoria histórica es admirable. Él siempre ha estado ahí en estos asuntos, como Martín Pallín. Yo siempre decía que en Madrid tenía dos agrupaciones, la nuestra de IU, donde todo eran broncas y volaban zapatos, y luego otra agrupación más cultural y profesional donde me juntaba con esta gente, donde coincidíamos en la oposición a la guerra de Irak o en la denuncia de lo del Prestige.
Por criticar los errores de Alberto Garzón, me mandaron a pastar en Twitter: si no hay pluralidad interna en la izquierda, si todo son broncas e insultos entre nosotros, ¿cómo va a ser con los de fuera? Sugiere usted que yo tengo imagen de ser un hombre muy bueno, muy de buena fe, mientras que Baltasar Garzón siempre ha quedado más como un oportunista. Yo no tengo esa percepción, fíjese. Él ha tirado siempre para adelante, en su lucha contra ETA, en su compromiso por la paz, corriendo no pocos riesgos para su imagen, pues ciertamente le dieron leña por un tubo. Cuando se metió en todo el jaleo de la memoria histórica, alguien muy importante me dijo: "Garzón acaba de levantarle las faldas al franquismo y eso no se lo van a perdonar". Qué más puedo decir, es una persona generosa, comprometida y con convicciones.
¿Que si no me pareció un tanto raro eso de dejar de investigar el caso GAL para irse de candidato del PSOE y, en cuanto se peleó con el PSOE, vuelta a abrir el sumario de los GAL? Bueno, es verdad que en aquella época no teníamos tanta experiencia en las puertas giratorias entre la política y la justicia. Y, sin duda, Felipe González le engañó. Pero yo creo que con engaño de Felipe o sin él, Baltasar Garzón habría seguido investigando los GAL.
Hablando de puertas giratorias, me comenta usted que sólo en mi partido ha visto usted a un secretario general dejar la política para volverse a trabajar ¡a la mina!, como hizo Gerardo Iglesias. ¿Que si yo me volvería o me volveré a trabajar a la salud pública, que es para lo que me formé? Bueno, de hacerlo necesitaría cierto reciclaje, creo que a día de hoy soy mejor en el ámbito parlamentario que en el sanitario, y la Sanidad pública ha cambiado mucho desde mis tiempos.
¿Cómo veo lo de las donaciones de Amancio Ortega? Pues yo ya sabe que he sido crítico. Cuando uno hace una donación finalista está condicionando todo el modelo de la Sanidad pública. Yo prefiero que, si faltan recursos, pongamos más impuestos directos. En Estados Unidos la Sanidad es privada y patrocinada, no hay un modelo que defender, pero aquí... Hasta el Estado, cuando da dinero a las comunidades autónomas para la Sanidad, hace donaciones no finalistas. ¿Cómo dice? ¿Que tal como ha ido y está yendo todo a lo mejor la gente se fía más de Amancio Ortega que de la gestión sanitaria de los políticos? Por supuesto, por supuesto, este es uno de los desastres provocados por tanta corrupción y tanto despilfarro público, que la gente no se fía, vivimos una grave devaluación de la política. ¿Cómo lo ha definido usted, señorita? ¿Estar hasta los huevos? Sin duda ese es uno de los peores venenos para la política y para la democracia.
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2017.08.12 03:06 vonsenke Estado Islâmico queria explodir Cristo Redentor junto com ação terrorista na França (CNN Special)

(CNN Special)
Documentos descobertos e mantidos em sigilo pela Polícia Federal do Brasil, FBI e Polícia Francesa revelam que o Estado Islâmico (ISIS), teria ordenado a execução de um atentado no Brasil.
O alvo da ação seria a estátua do Cristo Redentor, um dos símbolos mais conhecidos do Rio de Janeiro. Foram enviados para o seqüestro de um avião que seria lançado contra a "estátua-símbolo dos infiéis cristãos".
Os registros da Polícia Federal dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Rio no domingo, 1 de novembro , às 21h47m, num vôo da Air France.
A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada,seguindo num vôo para o Paraguai.
Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do inglês ruim, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte, com intérprete. Os dois terroristas apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto, sendo que o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram.
Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás. Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana.
Alugaram então um carro e se perderam no Rio entraram para o lado da Rocinha e o carro foi totalmente metralhado, mais uma vez o treinamento de guerrilha se safaram ,voltaram para aeroporto, determinados a seqüestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve - e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios foram roubados em um arrastão. Às 12h30m, resolvem ir para o centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares.
Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1.
Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para seqüestrar um avião.
Aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo.
O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas.
Os árabes são conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, que tiveram plantados papelotes de cocaína nos seus bolsos.
Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio. Às 19h05 eles se dirigem ao balcão da GOL para comprar as passagens.
Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos. Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.
Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar de proporções eqüinas, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até encontrar vaga. No HMC foram atendidos por uma enfermeira feia, grossa, gorda e mal-humorada.
Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.
Domingo, 18h20h: os homens do Estado Islâmico saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder o jogo . A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da galera adversária , e lhes dá uma surra sem precedentes. O chefe da torcida é um tal de "Pé de Mesa", que abusa sexualmente deles.
Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo, em especial na área proctológica. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se foda!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto. Os médicos também diagnosticam gonorréia no setor retofuricular inchado (Pé de Mesa não perdoa!).
Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras. Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar, eles são levados pela van de uma Ong ligada a direitos humanos.
Viajam deitados de lado. Conseguiram fugir do retiro da Ong no dia seguinte e perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja.
A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos. O porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais, em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos dois infelizes, se tiver verba, é claro.
Os dois consideraram desnecessário terrorismo no Brasil e elegem o Rio de Janeiro como área de treinamento especializado.
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2017.08.11 14:58 vonsenke Estado Islâmico queria explodir Cristo Redentor junto com ação terrorista na França (CNN Special)

(CNN Special)
Documentos descobertos e mantidos em sigilo pela Polícia Federal do Brasil, FBI e Polícia Francesa revelam que o Estado Islâmico (ISIS), teria ordenado a execução de um atentado no Brasil.
O alvo da ação seria a estátua do Cristo Redentor, um dos símbolos mais conhecidos do Rio de Janeiro. Foram enviados para o seqüestro de um avião que seria lançado contra a "estátua-símbolo dos infiéis cristãos".
Os registros da Polícia Federal dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Rio no domingo, 1 de novembro , às 21h47m, num vôo da Air France.
A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada,seguindo num vôo para o Paraguai.
Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do inglês ruim, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte, com intérprete. Os dois terroristas apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto, sendo que o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram.
Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás. Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana.
Alugaram então um carro e se perderam no Rio entraram para o lado da Rocinha e o carro foi totalmente metralhado, mais uma vez o treinamento de guerrilha se safaram ,voltaram para aeroporto, determinados a seqüestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve - e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios foram roubados em um arrastão. Às 12h30m, resolvem ir para o centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares.
Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1.
Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para seqüestrar um avião.
Aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo.
O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas.
Os árabes são conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, que tiveram plantados papelotes de cocaína nos seus bolsos.
Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio. Às 19h05 eles se dirigem ao balcão da GOL para comprar as passagens.
Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos. Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.
Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar de proporções eqüinas, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até encontrar vaga. No HMC foram atendidos por uma enfermeira feia, grossa, gorda e mal-humorada.
Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.
Domingo, 18h20h: os homens do Estado Islâmico saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder o jogo . A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da galera adversária , e lhes dá uma surra sem precedentes. O chefe da torcida é um tal de "Pé de Mesa", que abusa sexualmente deles.
Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo, em especial na área proctológica. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se foda!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto. Os médicos também diagnosticam gonorréia no setor retofuricular inchado (Pé de Mesa não perdoa!).
Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras. Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar, eles são levados pela van de uma Ong ligada a direitos humanos.
Viajam deitados de lado. Conseguiram fugir do retiro da Ong no dia seguinte e perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja.
A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos. O porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais, em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos dois infelizes, se tiver verba, é claro.
Os dois consideraram desnecessário terrorismo no Brasil e elegem o Rio de Janeiro como área de treinamento especializado.
Obs:Annual repost
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2016.05.21 19:15 ShaunaDorothy Ciudad Juárez: Capitalismo y terror misógino Obreros: ¡Luchar por los derechos de la mujer! (2003)

https://archive.is/ny8po
Ciudad Juárez: Capitalismo y terror misógino
Obreros: ¡Luchar por los derechos de la mujer!
Se adjunta una corrección
Reproducido de Espartaco No. 21, otoño-invierno de 2003.
En la última década y media, alrededor de 500 mujeres jóvenes han desaparecido en Ciudad Juárez, México; entre estos casos 370 son homicidios registrados que presentan un patrón donde se tortura, mutila, viola, quema y/o estrangula a la víctima. La mayoría eran morenas, delgadas, con cabello largo. Muchas trabajaban en maquiladoras. Varios grupos de familiares de las víctimas se han organizado para intentar encontrar a las desaparecidas y no dejar que sean olvidadas. El informe reciente de Amnistía Internacional, así como varios libros que se han publicado, han detallado la negligencia por parte del gobierno y la policía en la investigación de estos crímenes. Por fin, después de ser aclamado en Europa y en partes de América, el poderoso documental Señorita Extraviada producido por Lourdes Portillo en 2001 se pudo ver por la televisión mexicana en septiembre.
La fronteriza Ciudad Juárez, en el estado de Chihuahua, es conocida por estos brutales crímenes antimujer, pero desgraciadamente lo que ocurre ahí no es singular. Artículos en distintos periódicos locales de las zonas maquiladoras en el norte del país e incluso en urbes como Monterrey testifican que se han presentado varios casos semejantes a los que comenzaron y siguen registrándose en Juárez. El 15 de septiembre La Jornada informó que "los homicidios de mujeres jóvenes y pobres, con rastros de violación sexual, se multiplican en Argentina, el sur de España y Guatemala. La impunidad es norma y las respuestas oficiales van de la ineficacia a los indicios de complicidad."
Ha habido una serie de declaraciones acerca de las muertas de Juárez, ¡culpando a las jóvenes por lo que les pasa! Francisco Barrio, ex gobernador de Chihuahua y actual coordinador de la bancada del PAN en la cámara de diputados, dijo que las matanzas ocurren porque "las muchachas se mueven en ciertos lugares, frecuentan a cierto tipo de gentes [sic]". Jorge López Molinar, ex subprocurador de justicia de Chihuahua, dijo que la posible solución sería que "se autoaplicara un toque de queda". El 27 de septiembre un hombre encontró el cuerpo de una mujer que había sido estrangulada con la correa de un bolso; estaba semidesnuda, con el pantalón y la pantaleta debajo de las rodillas y la blusa arriba de los senos. El cuerpo era de Erika Pérez de 29 años. El procurador de justicia de Chihuahua, José Silva Solís, ¡declaró que "no fue atacada sexualmente y murió por sobredosis"!
Cualquiera que conozca algo de México sabe que el machismo reina en este país de explotación y opresión capitalista. La iglesia inculca el papel sumiso de la mujer; no existe el derecho democrático al aborto; la violencia contra las mujeres se da en seis de cada diez hogares. La mujer obrera y campesina vive doblemente oprimida, como esclava de los esclavos.
Víctor Ronquillo en su libro Las muertas de Juárez (1999) describe el odio contra la mujer y nota que los asesinatos representan una amenaza para todas:
"La forma en que son abandonados los cuerpos, los rastros de tortura, los vestigios de un rito personal: el seno derecho cercenado y el pezón izquierdo arrancado a mordidas. El fuego que inmola a la víctima. Todo ello revela un mensaje cuyo primer destinatario son las próximas víctimas."
La franja fronteriza: Superexplotación imperialista
En 1960, Ciudad Juárez era una pequeña ciudad de 250 mil habitantes en la frontera con Estados Unidos. Hoy tiene una población de más de 1.2 millones de personas, atraídas por la posibilidad de empleos en las fábricas maquiladoras. Después de que se terminó el programa Bracero de EE.UU., que había funcionado como una válvula de escape para la crisis del desempleo en México, el gobierno mexicano abrió la primera zona de libre comercio en 1965. Inversionistas extranjeros que ponían una fábrica en México cerca de la frontera con Estados Unidos eran inmunes a aranceles (para las partes que importaban) y no tenían que pagar otros impuestos. Esto se extendió con el Tratado de Libre Comercio de 1994 que convirtió a todo México en fuente de enormes ganancias imperialistas basadas en el trabajo miserablemente remunerado de los obreros mexicanos. Las secciones mexicana, estadounidense y canadiense de la Liga Comunista Internacional escribimos en una declaración conjunta en 1991: "El TLC fortalecerá a la burguesía estadounidense contra sus rivales comerciales imperialistas, a la vez que someterá a las masas trabajadoras del continente a una mayor explotación. Llamamos a los trabajadores mexicanos, estadounidenses y canadienses a oponerse conjuntamente a este pacto antiobrero" (ver "Alto al TLC, rapiña a México por el imperialismo EE.UU." en Espartaco No. 2, verano-otoño de 1991).
El gobierno derechista y clerical de Fox y su pandilla de seminaristas asegura que México sea un lugar muy atractivo para la inversión extranjera y para los patrones chupasangre mexicanos mientras ataca los derechos de todos los trabajadores y los sectores de la sociedad especialmente oprimidos como los indígenas, las mujeres y los homosexuales. La privatización de las industrias nacionalizadas que busca Fox golpearía a millones con el hambre y el desempleo. La recesión económica ya ha causado el cierre de muchas maquiladoras y despidos en masa, especialmente en la zona fronteriza. Desde el año 2000 hasta la mitad del 2003 se perdieron 700 mil empleos (¡uno de cada diez!) en el sector manufacturero de México (El Norte, 1° de septiembre de 2003). Esto sucede en el contexto de la peor crisis de desempleo en seis años. Las mujeres, quienes en general ocupan los puestos menos calificados y fácilmente sustituibles, son las más afectadas.
La incorporación de la mujer a la clase obrera
Guillermina Valdez Villalva, fundadora del Centro de Orientación para la Mujer Obrera en Juárez dijo:
"Cuando las plantas llegaron a la ciudad, siempre esperamos que contratarían a los hombres desempleados. Pero muy pronto descubrimos que…mujeres jóvenes entre las edades de 16 y 21 años eran las únicas contratadas."
—citado en "Lucha de clases en los talleres de sudor globales", Women and Revolution No.34, primavera de 1988
El trabajo en las maquiladoras se caracteriza por ser mecánico y repetitivo. Lo que importa es tener dedos ágiles, ser joven y tener mucha necesidad para estar dispuesta a soportar lo peor. Un buen componente de las mujeres que trabajan en la frontera dejaron sus comunidades campesinas y/o indígenas con la esperanza de ya no estar sometidas al núcleo familiar, aunque suelen mandar parte del dinero que ganan a sus padres o hermanos. En la frontera también hay hombres y mujeres que trataron de cruzar a los EE.UU. para trabajar y no lo lograron o fueron deportados.
El libro de Sandra Arenal, Sangre Joven, recopila una serie de conversaciones con obreras que expresan fuerza y coraje acerca de sus experiencias al llegar a las maquilas. Se cuentan historias de supervisores que deciden desnudar al personal de vez en cuando para asegurarse de que nadie haya robado alguna de las prendas de ropa que cosen. Una obrera de la industria electrónica tiene que soldar en una jornada 2 mil piezas de tamaño apenas visible. Los dolores por movimientos repetitivos y enfermedades causadas por los materiales del trabajo son comunes.
"Mi hermana empezó a trabajar en SILVANIA el 30 de enero de 1974, de ahí pasó a TUBOS ELÉCTRICOS en 1981 y luego a la planta de la HONEYWELL de Juárez donde falleció. La causa de su enfermedad, según el hematólogo que la vio en el hospital fue que tenía una anemia en cuarto grado, provocada por la acetona que es la sustancia que ella venía manejando diariamente en su trabajo....¡Tenía solamente treinta años! Durante el sepelio supe que en esos mismos días había muerto otra operadora."
Una joven de 22 años que llevaba seis años en las maquilas dice haber "durado más que otras". Tiene dedos con deformaciones en los huesos y en las dos manos tiene un enorme callo de color café amarillento que va de la punta del dedo pulgar, por el dorso, casi hasta la muñeca. Mirando sus manos con tristeza, dice: "¡No me van a pagar mis manos!"
Los orígenes de la opresión de la mujer
En nuestro artículo "Explotación capitalista y terror antimujer" (Espartaco No. 13, otoño-invierno de 1999), donde analizamos los ataques en contra de las mujeres en la zona maquiladora de Ciudad Juárez, explicamos:
"Nosotros los comunistas luchamos por acabar con la opresión de la mujer, herencia del atraso social mantenido por la burguesía. Luchamos destacadamente por la igualdad plena para las mujeres y su total integración a la fuerza de trabajo. Llamamos por pago igual por trabajo igual y por el aborto libre, gratuito y seguro para quien lo solicite como parte de un sistema de salud gratuito y de calidad. Pero la erradicación de la opresión a la mujer requiere de un salto inmenso de desarrollo en las condiciones materiales existentes —y esto sólo puede lograrse mediante una revolución socialista, no sólo en México sino mediante la creación de una economía internacionalmente planificada basada no en la ganancia capitalista sino en la satisfacción de las necesidades de todos—. En otras palabras, la liberación de la mujer no puede llevarse a cabo aparte de la emancipación de la clase obrera."
Una de las ironías de la historia es que la opresión especial de la mujer se vincula con uno de los primeros avances sociales: el desarrollo de la tecnología más allá de lo necesario para la subsistencia mínima que caracterizaba a las sociedades de caza y recolección. La agricultura, el trabajo del metal, la domesticación de los animales y otros avances revolucionarios crearon la posibilidad de que existiera una clase dominante ociosa que viviera del trabajo de otros. La institución de la familia, que exige la monogamia y la esclavitud doméstica de la mujer, surgió para asegurar la herencia de la propiedad a través de la línea masculina. La ideología machista, propagada por la clase dominante mediante las instituciones gubernamentales, los medios y la religión, sirve para justificar la subyugación real de la mujer.
Con el crecimiento de la industria capitalista, la incorporación de la mujer a la mano de obra en las fábricas la saca de su aislamiento en la casa y provee un requisito para su emancipación: la participación en la producción social. Sin embargo, bajo el capitalismo, esto significa agregar la esclavitud asalariada a la esclavitud doméstica. La liberación completa de la mujer de esta opresión doble sólo se llevará a cabo remplazando a la familia con la socialización del trabajo doméstico. La expansión de las fuerzas productivas sentó la base para la socialización del trabajo doméstico, pero ésta no se llevará a cabo bajo el capitalismo porque la familia desempeña un papel económico importante para la burguesía. En un sistema socialista las cosas serían muy diferentes. La economía planificada permitiría remplazar las funciones económicas de la familia con guarderías de servicio las 24 horas del día, y lavanderías y comedores colectivos. ¡Liberación de la mujer mediante la revolución socialista!
El terror policiaco y las ilusiones en el estado
Lilia Alejandra tenía 17 años y era madre de un niño de tres años de edad. Trabajaba para la maquiladora Servicios Plásticos y Ensambles en Ciudad Juárez. Su cuerpo fue encontrado envuelto en una cobija el 21 de febrero de 2001 en un lote baldío sin iluminación que ella cruzaba todas las noches para regresar del trabajo a su casa. El médico forense explicó a los padres de la joven, cuando fueron a reconocer el cuerpo, que presentaba marcas de violencia física y sexual y que la causa de la muerte era estrangulación. El mismo día que Lilia Alejandra no regresó a su casa, los vecinos del lote baldío habían llamado a la policía para denunciar que una mujer estaba siendo golpeada y violada por dos hombres en un coche. Una patrulla llegó al lugar sólo después de que los vecinos hicieron una segunda llamada, y aún tardó más de una hora. El coche ya se había ido.
Diversas investigaciones y testimonios señalan el nefasto papel de los policías, los "fiscales especiales", y las agencias gubernamentales. Nos solidarizamos plenamente con los reclamos de justicia de los familiares de las víctimas y de organizaciones como las "Mujeres de Negro" y "Casa Amiga". El simple hecho de buscar algo de justicia le puede convertir a uno en blanco de ataque. Una secretaria de "Casa Amiga", que presta servicios de apoyo sicológico y realiza investigación sobre los crímenes, fue acribillada en las puertas de la oficina de la organización.
Pero la desesperación en la que viven los familiares de las mujeres desaparecidas y asesinadas en Ciudad Juárez, la indignación que sienten muchas personas alrededor del país y el temor entre las obreras de ser "una más" a menudo es canalizado hacia una de las más mortales ilusiones: la idea de que con más presencia policiaca los crímenes antimujer terminarán.
La solución no recae en presionar al estado —los destacamentos armados que una clase utiliza para mantener su poder hegemónico sobre otras— para que funcione mejor. Es necesario entender el papel social del estado capitalista en asegurar el dominio sobre la clase obrera. Una parte clave del dominio capitalista es la subyugación de la mujer; la violencia antimujer es inherentemente parte del capitalismo. Los policías, el ejército y los tribunales son y serán usados para romper las huelgas combativas que pongan en jaque a la burguesía y para perpetuar la opresión de la mujer.
Las Naciones Unidas, esa guarida de ladrones que mató a 1.5 millones de iraquíes con sus sanciones y preparó el ataque estadounidense, es ahora la excusa de "derechos humanos" para la expansión de la fuerza policiaca represiva en Juárez. La ONU envió una comisión a Juárez que ha recomendado que el FBI estadounidense entrene a policías mexicanos. Durante el movimiento por los derechos civiles en Estados Unidos, el FBI trabajó en conjunto con los fascistas del Ku Klux Klan para matar a los que luchaban por esos derechos, incluyendo a cuatro jóvenes negras en una iglesia de Birmingham, Alabama, en 1963. Esto da una idea de cuán indecente es la noción de que estas agencias imperialistas podrían defender los derechos de la mujer.
En el documental Señorita Extraviada se entrevista a una mujer de nombre María, quien fue llevada junto con otras personas a la Cárcel de Piedra en Chihuahua, bajo cargos de disturbios en la vía pública. Ahí los policías la violaron y la llevaron a una celda clandestina. Al ser liberada los denunció y, aunque se capturó a los policías, jamás fueron sentenciados. A pesar de las amenazas de muerte que ha enfrentado, valientemente y con lágrimas en los ojos cuenta su experiencia en el cuartel policial:
"Luego ya me dice uno de ellos, ‘o qué ¿quieres que te llevemos a Lomas de Poleo?’...empieza a aventarme las fotos de muchachas: 'Míralas perra, míralas perra'.... Todos la llevaban arrastrando, por los matorrales...ahí la violan...las empiezan a golpear.... Se miran en las fotos que están así riéndose por lo que está haciendo el otro.... [A las mujeres] se les miraba así su cara...así de dolor, así de sufrimiento y se les miraba así, que lloraban y gritaban."
El propósito de la policía en su conjunto, independientemente del grado de corrupción moral de los individuos que la componen, es llevar a cabo la violencia y el terror que requiere la burguesía para mantenerse en el poder. Quienes luchan por la justicia social tienen que unirse al poder social de la clase obrera. Ninguna otra fuerza puede acabar con el capitalismo ni la opresión y violencia que genera. Nos oponemos a las apelaciones al estado burgués para incrementar las fuerzas policiacas. ¡Ninguna ilusión en el puño armado de la burguesía!
Estamos por el derecho a la autodefensa armada. Por supuesto, el derecho a portar armas no traerá la emancipación de la mujer, cuya opresión está profundamente enraizada en el sistema capitalista y sus instituciones fundamentales, y dicha emancipación sólo se logrará mediante la revolución socialista. Sin embargo, el derecho a portar armas hace una diferencia obvia en la capacidad que uno tiene para defenderse. Pero las leyes que existen en México y en otros países capitalistas acerca del "control" de las armas de fuego hacen que el monopolio de las armas esté en manos del ejército, la policía y los criminales. Y es precisamente a los policías y a los criminales que las mujeres de Juárez temen, no sólo por los asesinatos, sino también por el papel que desempeñan en oposición a la organización de las obreras en las maquiladoras.
La lucha por la emancipación de la mujer
Detener esta ola de terror está en el interés de la clase obrera y los oprimidos. Las mujeres forman el 30 por ciento de la clase obrera. Son un sector doblemente oprimido del proletariado, mantenido como un estrato inferior y un ejército laboral de reserva que la burguesía usa para dividir a los obreros, mantener los salarios bajos y elevar así la explotación de todos. El destino de las mujeres y de su lucha por la completa emancipación está enlazado a la lucha de la clase proletaria contra el capitalismo.
Los espartaquistas luchamos por forjar un partido revolucionario leninista-trotskista para intervenir en las luchas sociales y así cambiar la conciencia de la clase obrera. Lenin escribió en ¿Qué hacer?, "La conciencia política de clase no se le puede aportar al obrero más que desde el exterior, esto es, desde fuera de la lucha económica, desde fuera de la esfera de las relaciones entre obreros y patronos." Así, buscamos construir una dirección para la clase obrera que luche como el defensor de todos los oprimidos. Lenin explicó que el ideal del revolucionario:
"no debe ser el secretario de tradeunión [sindicato], sino el tribuno popular, que sabe reaccionar contra toda manifestación de arbitrariedad y de opresión, dondequiera que se produzca y cualquiera que sea la capa o la clase social a que afecte; que sabe sintetizar todos estos hechos para trazar un cuadro de conjunto de la brutalidad policiaca y de la explotación capitalista; que sabe aprovechar el menor detalle para exponer ante todos sus convicciones socialistas y sus reivindicaciones democráticas, para explicar a todos y a cada uno la importancia histórico-mundial de la lucha emancipadora del proletariado."
Los militantes sindicales más conscientes deben luchar por movilizar el poder social de la clase obrera para combatir la opresión de la mujer, por organizarla en los sindicatos con salarios y derechos iguales a los de los hombres. Deben luchar por servicios médicos gratuitos y de calidad, por el derecho al aborto libre y gratuito, y por organizar destacamentos obreros para defender a las mujeres contra estos ataques. Pero las dirigencias sindicales actuales ni siquiera están interesadas en exigir camiones de transporte de personal —una prestación básica— mientras muchas obreras en Juárez son asesinadas andando por parajes solitarios camino al trabajo o de regreso a su casa. La situación de la mujer obrera es, por sí sola, una muestra de la total bancarrota, del rastrerismo y del machismo de la burocracia sindical.
Aunque una gran parte de la fuerza de trabajo en la franja fronteriza y en el país en general no está sindicalizada, la CTM es la principal central obrera en la zona de las maquiladoras. Sus burócratas gángsteres procapitalistas atados al PRI cotidianamente movilizan escuadrones de golpeadores contra las luchas obreras por mejoras salariales o democracia sindical y son tristemente célebres por sus "contratos de protección" totalmente favorables a la patronal y realizados a espaldas de los obreros. Es obvio que a la cúpula cetemista le importa un bledo la situación de la mujer obrera. Y, fuera de alguno que otro foro inofensivo que tiene más que ver con cuidar su "imagen" que con buscar algún cambio favorable a las obreras, los burócratas "independientes", leales al PRD y al sistema capitalista endémicamente antimujer, tampoco hacen nada por mejorar la situación de las obreras ni por sindicalizar a las que no lo están.
La lucha contra el imperialismo: ¡Por el internacionalismo proletario!
La obrera de la maquila gana una miseria en una empresa extranjera que produce ganancias exorbitantes para los dueños. La obrera de Juárez hace a veces hasta dos horas a pie a su trabajo, porque ni siquiera hay caminos pavimentados entre las áreas donde vive y las avenidas que sirven para los tráileres que llevan las materias primas a las fábricas. El obrero petrolero teme perder la poca estabilidad económica que ha ganado ante las amenazas de privatización e inversión extranjera. El campesino ya no puede ganarse la vida con su parcela por la competencia de las empresas agrícolas estadounidenses. La mujer indígena se encuentra obligada a mendigar fuera de un enorme edificio bancario al cual jamás la dejarían entrar.
Todas estas víctimas de la opresión imperialista deben entender que la única esperanza de liberación vendrá con la movilización del poder obrero en contra del sistema capitalista entero. Si bien el capitalista mexicano puede estar resentido por haber quedado atrás en la lucha internacional por el dominio, éste no es amigo de los oprimidos, y no puede dirigir una lucha antiimperialista. De hecho, la burguesía nacional no podría sostenerse sin el apoyo de sus amos imperialistas.
Los revolucionarios nos basamos en la teoría de León Trotsky de la revolución permanente, cuya premisa básica es que, en la época del imperialismo, los países de desarrollo capitalista tardío no pueden alcanzar el nivel general de productividad económica de los países avanzados. Las fuerzas productivas son el esqueleto que sostiene toda la superestructura de las relaciones legales, políticas, religiosas y culturales en la sociedad. Si bien la opresión de la mujer en los países industrializados muestra los límites de libertad y progreso social bajo el capitalismo, en los países del "Tercer Mundo" como México la situación de la mujer está profundamente arraigada en la "tradición" precapitalista y el atraso religioso. Así, la lucha por la emancipación de la mujer será una fuerza motriz indispensable para la revolución.
Ningún ala de la burguesía puede desempeñar un papel progresista o revolucionario. No puede traer ningún avance significativo para la mujer y todos los oprimidos. El hecho de que el PRD nacionalista burgués a menudo pose como defensor de la mujer es simplemente un testimonio del brutal atraso ideológico de sus oponentes burgueses. Un ejemplo de esto fue el escándalo que ocasionó la "Ley Robles" introducida por el PRD en el DF hace un par de años. Mientras defendemos contra los ataques clericales el derecho que otorga esta ley de aborto en casos de malformación del producto o peligro para la mujer, notamos que el PRD ha dejado en claro su oposición al derecho al aborto libre. En general, la clase capitalista se opone al acceso libre al aborto porque permite a las mujeres un poco de libertad de la subordinación total a la estructura familiar.
La única manera de deshacerse del yugo imperialista y obtener derechos democráticos elementales para la mujer y todos los oprimidos es que el proletariado tome el poder estatal mediante la revolución socialista y reorganice la economía de una manera planificada y racional.
El fenómeno de las maquiladoras muestra claramente el poder potencial de la unidad de los obreros en EE.UU. y México. Son parte de una industria común con los mismos patrones. Conscientes del poder social que adquiriría el proletariado de unificar sus luchas, las burguesías estadounidense y mexicana aplican el "divide y vencerás". Este obstáculo a la lucha conjunta de todos los oprimidos contra su opresor común se da en diferentes formas en diferentes países, y una de las tareas principales de los partidos revolucionarios es combatir estas ideas que sólo sirven a la burguesía.
Nuestros camaradas en la Spartacist League/U.S. saben que las luchas de los obreros contra los patrones y de los negros e inmigrantes contra el racismo avanzarán juntas o retrocederán separadas. En EE.UU. es necesario combatir el racismo antinegro en todo ámbito, incluyendo en el medio de los inmigrantes hispanos (ver "Sur de Chicago", página 2). Nuestros camaradas también intervienen para que la clase obrera alce la consigna ¡Plenos derechos de ciudadanía para los inmigrantes! (ver "Manifestación en EE.UU. moviliza obreros contra leyes antiinmigrantes", Espartaco No. 18, primavera-verano de 2002). En México, el nacionalismo burgués ha sido el principal obstáculo ideológico para la clase obrera en su lucha contra la explotación. Es necesario combatir la falsa conciencia de los obreros mexicanos de que su aliado es el patrón mexicano y no el obrero estadounidense.
Y en ambos países combatimos la ideología antimujer que es un sustento para el sistema capitalista que requiere la subyugación de la mujer. Sólo de esta manera se podrá forjar un partido revolucionario, proletario e internacionalista que tenga la capacidad de terminar con el sistema capitalista de explotación, miseria y terror de una vez y para siempre. ¡Por la liberación de la mujer mediante la revolución socialista!
http://www.icl-fi.org/espanol/oldsite/juarez.htm
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2016.03.05 18:04 lulydelmar1 Otro Editorial Golpista del IBEX35: "Otro golpe a Brasil" o como realizar un golpe mediático sin tanques. El show mediático antes que todo para evitar que gane su candidatura en 2018. En todos lados funcionan igual. Si aquí no quieren a Podemos, allí no lo quieren a LULA.

Los golpes de estado han variado: los hay militares, económicos y mediáticos, pero lo objetivos idénticos. El Grupo Prisa, es la más acabada expresión del IBEX 35, porque sus accionistas son las principales empresas que cotizan en el mercado, y de españolas solo tienen la bandera porque las acciones de esas empresas a su vez están en manos globales, como El País, el periódico global.
Los medios de comunicación privados estaban enterados desde la madrugada de la operación
Analistas advierten que detrás de la operación efectuada hoy están los intereses de EE.UU. y las transnacionales por privatizar las riquezas naturales de Brasil, así como la intención de desprestigiar al Partido de los Trabajadores (PT) de cara a las elecciones presidenciales de 2018.
El pasado fin de semana el expresidente de Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, manifestó que si el Partido de los Trabajadores (PT) lo consideraba necesario él podría ser candidato para las elecciones presidenciales de 2018. El lunes presentó por escrito su defensa ante la fiscalía de Sao Paulo por las acusaciones en su contra y se puso a la disposición del órgano para suministrar la información necesaria.
Sin embargo, la Policía Federal lo detuvo este viernes para llevarlo a rendir declaraciones. Los analistas coinciden en que esta acción forma parte del espectáculo al que está acostumbrado el juez que lleva el caso y busca desprestigiar la imagen del líder de Brasil, así como la del PT de cara a las elecciones presidenciales de 2018.
El politólogo Juan Manuel Karg manifestó que la detención es una maniobra que tiene que ver más con los medios de comunicación y con una parte de la justicia brasileña que con la causa Lava Jato, porque hace 15 días cuando él iba a declarar y presentó un pedido para postergar su declaración y preparar mejores elementos para su defensa éste fue aceptado.
Luego se da el allanamiento a su residencia este viernes y la detención, aún cuando él nunca se negó a declarar. En este sentido, Karg considera que esta acción es muy grave porque se detuvo al expresidente del propio Gobierno que está en funciones lo que evidencia que hay una distancia entre el poder judicial y el Gobierno que, en otros casos, podría ser sana y natural.
Evitar candidatura en 2018
Recordó que Lula es uno de los presidentes mejor valorados de la historia de Brasil. Su gestión logró sacar de la pobreza a 28 millones de ciudadanos. La detención es un montaje que tiene que ver con la intención de que Lula no pueda presentarse en las elecciones de 2018.
El analista manifestó que el Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), antagónico del PT, quiere volver al poder para ejecutar una política económica distinta que incluye dejar de financiar los programas sociales.
Este ataque, además, va más allá de Brasil y es similar a los que se están dando en contra de la expresidenta de Argentina, Cristina Fernández, de Evo Morales en Bolivia y de Nicolás Maduro en Venezuela, afirmó.
Por otra parte, tiene que ver con una noción de las fuerzas conservadoras de que Brasil es la primera economía de América del Sur y su política define mucho lo que sucede en otras latitudes del continente.
"Me parece que detrás de esta decisión también está la intención de dar un zarpazo final contra los gobierno posneoliberales tras la victoria de la derecha en Argentina, en la elección de medio término en Venezuela y en el referendo en Bolivia", aseveró Karg.
¿Qué hay detrás de los ataques contra el PT en Brasil?
Asimismo, indicó que este año se votarán alcaldías en Brasil y hay un trasfondo de erosionar aún más al PT, que ha sido el partido más vapuleado en la última década por los medios de comunicación.
"Van a intentar sacar a Lula de competición y si no lo logran van a mentir sobre él, van a erosionar su figura para tratar de llegar en mejores términos a la elección presidencial", dijo.
Reiteró que su posible elección en 2018 abriría la posibilidad para un nuevo mandato de Cristina Fernández en Argentina y eso es lo que las fuerzas de oposición y la derecha internacional intenta evitar.
El show mediático antes que todo
El analista Beto Almeida subrayó que esta medida es parte la espectacularización de la noticia y que incluso los medios de comunicación privados sabían de la detención antes de que ocurriera.
Además, señaló que tras la medida también está el interés de diversos sectores del país y del mundo de privatizar las riquezas naturales de la nación.
Mencionó que no hay duda de que la Policía Federal tiene entrenamiento de la Oficina Federal de Investigación estadounidense (FBI, por su sigla en inglés) y que el Poder judicial actuó en conexión con los procuradores judiciales de Estados Unidos, por lo tanto, existe la posibilidad de que se esté montando un falso positivo en términos jurídicos.
En contexto
Desde que salió a la luz pública el caso de corrupción en Petrobras, la oposición brasileña pretende vincular a la presidenta Dilma Rousseff y a los miembros del PT en este caso para solicitar su destitución.
A juicio del periodista y sociólogo brasileño Laurindo Leal, la derecha de su país está jugando todas sus cartas para sacar del poder al Partido de los Trabajadores (PT), tras el anuncio que hizo el exmandatario Luiz Inácio Lula da Silva de volver a lanzarse como candidato en las próximas elecciones.
La oposición implementa acciones como el querer vincular a Rousseff y a Da Silva en el caso de corrupción de Petrobras, pero sus acciones no han salido como lo esperaban.
Así quedó demostrado luego de que la comisión parlamentaria brasileña, encargada de la investigación de corrupción en la petrolera estatal, eximiera a ambos líderes de toda responsabilidad en el caso al no encontrar pruebas en su contra.
http://www.elespiadigital.com/index.php/noticias/historico-de-noticias/12524-detencion-arbitraria-e-ilegal-contra-lula-da-silva-una-vez-que-anuncio-su-intencion-de-presentarse-a-la-presidencia-de-brasil
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2015.11.18 17:05 adalbertoroberto Estado Islâmico queria explodir Cristo Redentor junto com ação terrorista na França (CNN Special)

(CNN Special)
Documentos descobertos e mantidos em sigilo pela Polícia Federal do Brasil, FBI e Polícia Francesa revelam que o Estado Islâmico (ISIS), teria ordenado a execução de um atentado no Brasil.
O alvo da ação seria a estátua do Cristo Redentor, um dos símbolos mais conhecidos do Rio de Janeiro. Foram enviados para o seqüestro de um avião que seria lançado contra a "estátua-símbolo dos infiéis cristãos".
Os registros da Polícia Federal dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Rio no domingo, 1 de novembro , às 21h47m, num vôo da Air France.
A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada,seguindo num vôo para o Paraguai.
Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do inglês ruim, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte, com intérprete. Os dois terroristas apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto, sendo que o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram.
Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás. Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana.
Alugaram então um carro e se perderam no Rio entraram para o lado da Rocinha e o carro foi totalmente metralhado, mais uma vez o treinamento de guerrilha se safaram ,voltaram para aeroporto, determinados a seqüestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve - e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios foram roubados em um arrastão. Às 12h30m, resolvem ir para o centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares.
Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1.
Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para seqüestrar um avião.
Aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo.
O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas.
Os árabes são conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, que tiveram plantados papelotes de cocaína nos seus bolsos.
Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio. Às 19h05 eles se dirigem ao balcão da GOL para comprar as passagens.
Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos. Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.
Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar de proporções eqüinas, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até encontrar vaga. No HMC foram atendidos por uma enfermeira feia, grossa, gorda e mal-humorada.
Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.
Domingo, 18h20h: os homens do Estado Islâmico saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder o jogo . A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da galera adversária , e lhes dá uma surra sem precedentes. O chefe da torcida é um tal de "Pé de Mesa", que abusa sexualmente deles.
Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo, em especial na área proctológica. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se foda!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto. Os médicos também diagnosticam gonorréia no setor retofuricular inchado (Pé de Mesa não perdoa!).
Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras. Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar, eles são levados pela van de uma Ong ligada a direitos humanos.
Viajam deitados de lado. Conseguiram fugir do retiro da Ong no dia seguinte e perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja.
A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos. O porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais, em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos dois infelizes, se tiver verba, é claro.
Os dois consideraram desnecessário terrorismo no Brasil e elegem o Rio de Janeiro como área de treinamento especializado.
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2015.08.28 20:10 bitexla Reporte Semanal #3 Agosto 2015 I Análisis de Mercado de Bitex.la

Durante la ultima semana pudimos observar una pronunciada caída del precio del Bitcoin que inicio su semana en los 271.16 USD y llego a tocar un piso de 221.11 USD el día de ayer por la tarde para finalmente reposicionarse en el área de los 230 USD. Podemos esperar que el precio lateralice en esta área durante la próxima semana afirmándose en este soporte como ya lo hizo previamente en los últimos días de Junio.
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El Departamento de Servicios Financieros del Estado de Nueva York (NYDFS) ha revelado que hasta el momento ha recibido 22 solicitudes de empresas que buscan participar en la actividad empresarial de la moneda virtual en el estado norteamericano.
El anuncio, realizado exclusivamente a CoinDesk, tiene como fecha límite de presentación el 8 de agosto para las empresas que ofrecen este tipo de servicios con anterioridad a la plaza de Nueva York, y no incluye las empresas que hayan aplicado para las cartas bancarias.
En declaraciones a CoinDesk, el superintendente adjunto de asuntos públicos del NYDFS, Matt Anderson indicó que la agencia cree que esta presentación muestra total “interés sustancial” en el cumplimiento de la BitLicense, que fue aprobada a principios de este año después de meses de debate público.
Anderson también se refirió a las críticas a la ley del bitcoin y la comunidad blockchain, así como los medios de comunicación, afirmando que la agencia cree que el BitLicense en última instancia conducir a una mayor adopción de la tecnología por parte de empresas y consumidores.
Anderson dijo:
“A largo plazo, creemos que esto va a ser útil y creo que en última instancia, sera una especie de sacudir el grano de la paja. Creemos que las empresas que quieren hacer negocios con fuertes protecciones al consumidor y los requisitos regulatorios fuertes continuaran presentando solicitudes “.
Las empresas que ya han dejado los servicios en el mercado de Nueva York, dijo Anderson, podrán solicitar en una fecha posterior si así lo deseasen para cumplir con la licencia.
“Para las Start-up que estén o entren a Nueva York, el proceso sigue siendo el mismo. Estamos abiertos a eso. La cantidad de solicitudes muestra que esta última instancia, será una parte importante de la estructura regulatoria bitcoin”, continuó.
Anderson dijo que la agencia mantiene su compromiso de mantener un diálogo abierto con las empresas que están tratando de entender si su modelo de negocio es capturado bajo la regulación.
Las autoridades fiscales españolas han aclarado cómo las leyes fiscales existentes en el país se deben aplicar a las pérdidas sufridas por el derrumbe de un intercambio de bitcoin, el resultado de una estafa o una situación de insolvencia.
La Dirección General de Tributos (DGT) ha recibido una pregunta de un aficionado bitcoin que afirmaba haber perdido gran parte de sus ahorros después de invertir en bitcoin.
De acuerdo con la pregunta, la persona deposita su bitcoin en un tercer servicio de préstamo partido en 2013. Al final del año, el administrador de la página web — identificado sólo por el apodo y una clave pública — anunció que el bitcoin había sido robado y, como tal, los depósitos de los clientes no podían ser devueltos.
A continuación, al entusiasta del bitcoin se le ofreció un reembolso por un valor del 5% de su bitcoins , a cambio de abandonar los reclamos para un reembolso completo y no proceder con acciones legales.
Sospechoso de que el sitio web haya estado funcionando bajo un esquema piramidal, el aficionado al bitcoin rechazó la oferta y presentó su caso ante la policía española y las autoridades competentes del país donde se creia que el sitio web que habría sido registrado. Estos, sin embargo, no pudieron ayudar porque el reclamante era español y cayó bajo la jurisdicción española.
Aclaración
En respuesta a la pregunta, la DGT señaló que este tipo de situaciones fueron cubiertos por la Ley del IRPF vigente y que, a fin de que las pérdidas que se deben considerar una pérdida de capital a efectos fiscales, debe aplicar una de las siguientes condiciones:
La reducción de la deuda ha sido aprobada por un juez. El deudor está en quiebra y hay una reducción de la deuda durante el procedimiento; o el crédito no se recupera después del procedimiento de quiebra. El crédito no recuperado todavía está pendiente un año después de que se inició el procedimiento formal. Alejandro Gómez de la Cruz, abogado y fundador de Derecho y Bitcoin, dijo a CoinDesk:
“Creo que la ley actual se ha interpretado correctamente. Si es positivo o no, no lo se, creo que este tipo de interpretaciones serán bien recibidas por la comunidad.”
Cuando se le preguntó acerca de las implicaciones más amplias de aclaraciones de la DGT, el abogado dijo que podría ayudar a las empresas que ven el estado español amable con el Bitcoin, aclarando dudas y garantizando un cierto grado de seguridad jurídica.
El Commonwealth Virtual Currencies Working Group se reunirá por primera vez la próxima semana para discutir la gestión de cryptocurrencies, como bitcoin.
El grupo de especialistas, formado por la Commonwealth — una asociación voluntaria de 53 países independientes, casi todas las cuales estaban anteriormente bajo el dominio británico — está formado por miembros de la Secretaría del Commonwealth, Australia, Barbados, Kenya, Nigeria, Singapur, Tonga y el REINO UNIDO.
Junto con el Fondo Monetario Internacional (FMI), el Banco Mundial, la organización intergubernamental Interpol y la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (ONUDD), los miembros en el evento que tendrá lugar en Londres explorarán los riesgos asociados con las monedas virtuales, los marcos legales existentes , las respuestas normativas y beneficios potenciales de su uso en los países en desarrollo.
Un portavoz de la Secretaría de la Commonwealth comentó sobre el propósito de la reunión, diciendo a CoinDesk:
“Reconociendo los beneficios y riesgos asociados, el grupo se reunirá para diseñar la orientación técnica para los Estados miembros sobre las posibles medidas reglamentarias y legislativas para responder eficazmente a las monedas virtuales.”
Ella continuó: “La reunión también será una oportunidad de escuchar a una serie de expertos sobre las últimas novedades en el sector Los participantes también compartirán los resultados de una encuesta reciente de la Commonwealth, que muestra el uso innovador de las oportunidades de negocios legítimos, pero también advierte una ausencia de reglamentos que están agravando la explotación criminal “.
El evento, que contará con Alden Pelker del Money laundering Intelligence Unit del FBI y Joe Mignano del Departamento de Justicia de Estados Unidos, entre otros. Se estará llevando a cabo los días 24 y 25 de agosto.
Alden Pelker también estará hablando en el evento inaugural de CoinDesk, Consenso de 2015, en Nueva York el 10 de septiembre.
El precio del Bitcoin cayó 14% en un período de tan sólo 30 minutos después de un ‘flash crash’ en el intercambio Bitfinex ayer noche.
El Índice de Precios Bitcoin de CoinDesk se había mantenido estable entre $ 250 y $ 255, pero cayó a un mínimo de 214,36 dólares justo antes de la medianoche (GMT). En el mismo período, el precio de Bitfinex se hundio un 29% a 179,35 dólares.
Bitfinex, que dice ser el cambio más líquido del mundo, experimentó el ‘flash crash’ a raíz de una orden de venta grande que dicen valio por 10.000 BTC ($ 2,3 millones).
Un tweet de la empresa a las 03:22 de esta mañana decía: “La venta que se produjo durante el vertedero eran órdenes de venta legítimas y las posiciones siendo llamados al margen, los prestamistas no se vieron afectados.”.
Junto a una cartera de pedidos regulares de compra / venta, Bitfinex ofrece operaciones de margen, es decir, los usuarios pueden obtener fondos en préstamo de los prestamistas de la plataforma — conocidos como “proveedores de liquidez de pares ‘- a una tasa de interés para el comercio bitcoin. Estas “largas” o “cortas” apuestas de usuarios a lugar sobre si el precio del bitcoin subirá o bajará.
Cuando los cambios en los precios son de pronto, como ayer, los usuarios ‘largos’ que han prestado fondos pueden ver su cuenta gota de capital a cero — y en ese momento Bitfinex liquidará automáticamente sus posiciones. Esto puede exacerbar el movimiento de precios, ya que estas posiciones se suman al-vendedor lado de presión en un mercado ya apunto de estrellarse.
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2013.08.12 16:48 allex2501 Rede Tor sofre ataque, Freedom Hosting deixa metade dos sites .onion fora do ar

Grande número de sites da rede Tor ficou offline. Essa rede é o membro mais famoso da Deep Web, a internet que você não acessa pesquisando no Google, já que é necessário um software para acessá-la. Ela foi criada com o intuito de facilitar a vida de quem por algum motivo precisa de anonimato, como perseguidos políticos e pessoas que vivem em regimes não muito afeitos à manifestações em contrário.
Tudo funciona anonimamente e é em tese impossível saber o que qualquer pessoa está fazendo na internet no momento em que começa a usar o sistema.
Freedom Hosting Além de permitir o anonimato na web, há sites da própria rede, que não usam .com, .org ou outros que você está acostumado a ver. Esses sites, cuja porta de entrada é a Hidden Wiki, tem urls bizarras como idnxcnkne4qt76tg.onion, que são geradas automaticamente e não são associadas a ninguém. Uma hospedagem é necessária para esses sites, e a Freedom Hosting é uma delas. Ela é considerada a maior hospedagem de sites anônimos e famosa por não ter objeções quanto à conteúdo. Lá vale literalmente tudo, de comércio de armas, drogas e assassinos de aluguel (provavelmente gente tentando faturar algum à custa de incautos ingênuos) à pornografia infantil.
Esses sites são o efeito colateral do anonimato e graças principalmente ao escândalo da NSA muitos começaram a ganhar visibilidade fora do gueto, quando mais pessoas começaram a procurar formas de ficar fora da mira do Tio Sam.
Eric Eoin Marques, scripts maliciosos e o FUD instalado Tudo que se sabe de concreto até agora é que a Freedom Hosting está fora do ar e que sites hospedados por ela estavam injetando um script malicioso em navegadores Firefox versão 17 (usada pela versão mais recente do Tor Browser Bundle). Esses scripts vêm sendo analisados e discutidos à exaustão, principalmente na thread sobre o assunto no Reddit, mas o consenso é de que a função deles é tentar identificar o usuário e enviar informações sobre seus hábitos de navegação ao FBI, ou algo que o valha.
Medo, insegurança e dúvida instalados, é difícil ainda saber o que é verdade e o que é especulação, mas a prisão de Eric Eoin Marques na Irlanda, associada à queda dos sites e da Freedom Hosting, mais a descoberta do malware gerou infinitas teorias da conspiração.
Gente que conhece mais do assunto do que eu jura de pés juntos que Eric Eoin Marques é o dono da Freedom Hosting, apesar de não existir nenhuma informação oficial à esse respeito. A notícia de sua prisão apenas menciona que ele é considerado o maior “facilitador de pornografia infantil online” e sua extradição para os Estados Unidos deve sair em breve (ele tem dupla cidadania irlandesa/norte-americana, o que facilita esse processo).
Marques é um empresário bem-sucedido, filho de um brasileiro e de uma irlandesa, nascido nos Estados Unidos e criado na Irlanda. Vem de família classe média alta e respeitável e não tem antecedentes criminais, o que torna tudo mais estranho, já que não teria por que se envolver em um negócio questionável, para dizer o mínimo.
A página oficial da rede Tor atem-se aos fatos concretos e não especula, tudo é muito recente e análises do que aconteceu ainda estão no início. Mas é consenso que muita coisa deve mudar nos próximos dias, um passeio rápido pela Hidden Wiki permite encontrar informações de fóruns sendo fechados, sites deletados por seus administradores e discussões sobre o golpe fatal que isso significa para o futuro da Bitcoin, a moeda virtual que virou notícia recentemente na grande mídia e teve seu valor inflacionado principalmente por seu crescente uso para aquisição de drogas no Silk Road, o eBay das drogas.
Serviços legítimos como o Tormail também estão fora do ar e com seu anonimato comprometido, e usuários do mesmo são aconselhados a trocar seus dados de login caso os usem também em outros sites.
Fonte MEIO BIT
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